A partir da dinamização do texto “Tango” cada grupo deverá criar um texto com outro ritmo.
FATO OU BOATO
T E Z * L U S T R O S A
E S T A T U R A * M E D I A N A
M I S T É R I O
P E L E * M A R R O M
E S P A N T O
S U S T O
T E R R O R
A V E R S Ã O
D E S E S P E R O
E X T R A T E R R E S T R E
REPERCURSÃO INTERNACIONAL, PROJEÇÃO TURÍSTICA, CONFLITO POLÍTICO:
NASA, ESA, UFÓLOGOS...
ANOS DEPOIS:
DE “PRINCESA DO SUL” PARA “ CIDADE DO E.T.”.
Equipe:
Érica, Sara, Raquel, Maria Regina, Nereida, Nilton
domingo, 31 de maio de 2009
Criação de texto com palavras desconhecidas
OFICINA 05- TP 4– UNIDADE 16
Escreva um texto empregando estas palavras:
• muxuango
• hermeneuta
• vituperado
• defenestração
• perfunctório
• falácia
• ignóbil
• sibilino
• uxoricídio
• apoplexia
OBJETIVOS:
• Usar palavras fora do cotidiano do aluno;
• Despertar a curiosidade pelo uso do dicionário;
• Descobrir palavras novas.
Uma refeição catastrófica
No almoço, fui surpreendida com um muxuango mal passado no meu prato. Espantada, solicitei que a hermeneuta providenciasse um vituperado à milanesa. Horas depois, senti uma defenestração que drasticamente levou-me ao perfunctório. Se não fosse a falácia desembestada de minha irmã a me socorrer, provocaria um ignóbil sibilino.
Quase levada ao uxoricídio, meu diagnóstico foi: apoplexia crônica generalizada. Ufa! Agora já estou bem, pois sobrevivi a essa overdose de palavras sem sentido.
Equipe:
Érica, Sara, Raquel, Maria Regina, Nereida, Nilton
Escreva um texto empregando estas palavras:
• muxuango
• hermeneuta
• vituperado
• defenestração
• perfunctório
• falácia
• ignóbil
• sibilino
• uxoricídio
• apoplexia
OBJETIVOS:
• Usar palavras fora do cotidiano do aluno;
• Despertar a curiosidade pelo uso do dicionário;
• Descobrir palavras novas.
Uma refeição catastrófica
No almoço, fui surpreendida com um muxuango mal passado no meu prato. Espantada, solicitei que a hermeneuta providenciasse um vituperado à milanesa. Horas depois, senti uma defenestração que drasticamente levou-me ao perfunctório. Se não fosse a falácia desembestada de minha irmã a me socorrer, provocaria um ignóbil sibilino.
Quase levada ao uxoricídio, meu diagnóstico foi: apoplexia crônica generalizada. Ufa! Agora já estou bem, pois sobrevivi a essa overdose de palavras sem sentido.
Equipe:
Érica, Sara, Raquel, Maria Regina, Nereida, Nilton
Re-escrita de texto
Texto 9- TP3- Unidade 9
Os dois garotos correram até a entrada da casa. "Veja, eu disse a você que hoje era um dia bom para brincar aqui." Disse Eduardo. "Mamãe nunca está em casa na Quinta feira", ele acrescentou. Altos arbustos escondiam a entrada da casa; os meninos podiam correr no jardim extremamente bem cuidado. "Eu não sabia que sua casa era tão grande", disse Marcos. "É, mas ela está mais bonita agora, desde que meu pai mandou revestir com pedras esta parede lateral e colocou uma lareira". Havia portas na frente e atrás e uma porta lateral que levava à garagem, que estava vazia exceto pelas três bicicletas com marcha, guardadas aí. Eles entraram pela porta lateral; Eduardo explicou que ela ficava sempre aberta para suas irmãs mais novas entrarem e saírem sem dificuldade.
Marcos queria ver a casa, então Eduardo começou a mostrá-la pela sala de estar. Estava recém pintada, como o resto do primeiro andar. Eduardo ligou o som: o barulho preocupou Marcos. "Não se preocupe, a casa mais próxima está a meio quilômetro daqui" gritou Eduardo. Marcos se sentiu mais confortável ao observar que nenhuma casa podia ser vista em qualquer direção além do enorme jardim.
A sala de jantar, com toda a porcelana, prata e cristais, não era lugar para brincar: os garotos foram para a cozinha onde fizeram um lanche.
Eduardo disse que não era para usar o lavabo porque ele ficara úmido e mofado uma vez que o encanamento arrebentara.
“Aqui é onde meu pai guarda suas coleções de selo e moedas raras”, disse Eduardo enquanto eles davam uma olhada no escritório. Além do escritório, havia três quartos no andar superior da casa.
Eduardo mostrou a Marcos o closet de sua mãe cheio de roupas e o cofre trancado onde havia joias. O quarto de suas irmãs era tão bonito quanto o de seus pais, que estava revestido de mármore, mas para ele era a melhor coisa do mundo.
Extraído do livro Texto e Leitor - Angela Kleiman traduzido e adaptado de Pitchert, J. & Anderson R. Taking different perspectivives on a story ( Kato,1995 p.57)
Atividade 1 – A partir do texto acima, cada grupo deverá re-escrevê-lo com a função de:
1- vender;
2- comprar;
3- roubar;
4- tombar;
5- alugar.
OBJETIVOS:
• Deixar livre a re-escrita do texto pelo aluno, não lhe impondo tipo ou gênero a serem seguidos;
• Deixar que o aluno trabalhe com o texto de modo intuitivo até que ele consiga chegar ao sistematizado;
• Deixar que o aluno observe aspectos que diferenciam o seu texto dos colegas;
• Trabalhar com os alunos os vários tipos e gêneros textuais a partir de seus conhecimentos.
A nossa equipe ficou com o item 4: tombar. Eis o texto:
Decreto lei nº. 2303/2009
Pelo presente decreto-lei nº. 2303/2009, fica estabelecido que o imóvel residencial situado na rua Judas Perdeu as Botas, nº. 0, no bairro Terra do Nunca, nesta cidade, tornando-se patrimônio público municipal, devido às suas características arquitetônicas e históricas que retratam a gênese deste município.
Ficam tombados também todos os objetos, móveis e utensílios nela contidos, os quais foram doados pela família do Sr. Comendador Capitão Gancho.
Institucionaliza-se, nesta data, o funcionamento, no local supracitado, do Museu Municipal Peter Pan Sininho da Silva.
Faz de Conta, 24 de março de 2009
Walt Disney
Prefeito Municipal
Equipe:
Érica, Sara, Raquel, Maria Regina, Nereida, Nilton
Os dois garotos correram até a entrada da casa. "Veja, eu disse a você que hoje era um dia bom para brincar aqui." Disse Eduardo. "Mamãe nunca está em casa na Quinta feira", ele acrescentou. Altos arbustos escondiam a entrada da casa; os meninos podiam correr no jardim extremamente bem cuidado. "Eu não sabia que sua casa era tão grande", disse Marcos. "É, mas ela está mais bonita agora, desde que meu pai mandou revestir com pedras esta parede lateral e colocou uma lareira". Havia portas na frente e atrás e uma porta lateral que levava à garagem, que estava vazia exceto pelas três bicicletas com marcha, guardadas aí. Eles entraram pela porta lateral; Eduardo explicou que ela ficava sempre aberta para suas irmãs mais novas entrarem e saírem sem dificuldade.
Marcos queria ver a casa, então Eduardo começou a mostrá-la pela sala de estar. Estava recém pintada, como o resto do primeiro andar. Eduardo ligou o som: o barulho preocupou Marcos. "Não se preocupe, a casa mais próxima está a meio quilômetro daqui" gritou Eduardo. Marcos se sentiu mais confortável ao observar que nenhuma casa podia ser vista em qualquer direção além do enorme jardim.
A sala de jantar, com toda a porcelana, prata e cristais, não era lugar para brincar: os garotos foram para a cozinha onde fizeram um lanche.
Eduardo disse que não era para usar o lavabo porque ele ficara úmido e mofado uma vez que o encanamento arrebentara.
“Aqui é onde meu pai guarda suas coleções de selo e moedas raras”, disse Eduardo enquanto eles davam uma olhada no escritório. Além do escritório, havia três quartos no andar superior da casa.
Eduardo mostrou a Marcos o closet de sua mãe cheio de roupas e o cofre trancado onde havia joias. O quarto de suas irmãs era tão bonito quanto o de seus pais, que estava revestido de mármore, mas para ele era a melhor coisa do mundo.
Extraído do livro Texto e Leitor - Angela Kleiman traduzido e adaptado de Pitchert, J. & Anderson R. Taking different perspectivives on a story ( Kato,1995 p.57)
Atividade 1 – A partir do texto acima, cada grupo deverá re-escrevê-lo com a função de:
1- vender;
2- comprar;
3- roubar;
4- tombar;
5- alugar.
OBJETIVOS:
• Deixar livre a re-escrita do texto pelo aluno, não lhe impondo tipo ou gênero a serem seguidos;
• Deixar que o aluno trabalhe com o texto de modo intuitivo até que ele consiga chegar ao sistematizado;
• Deixar que o aluno observe aspectos que diferenciam o seu texto dos colegas;
• Trabalhar com os alunos os vários tipos e gêneros textuais a partir de seus conhecimentos.
A nossa equipe ficou com o item 4: tombar. Eis o texto:
Decreto lei nº. 2303/2009
Pelo presente decreto-lei nº. 2303/2009, fica estabelecido que o imóvel residencial situado na rua Judas Perdeu as Botas, nº. 0, no bairro Terra do Nunca, nesta cidade, tornando-se patrimônio público municipal, devido às suas características arquitetônicas e históricas que retratam a gênese deste município.
Ficam tombados também todos os objetos, móveis e utensílios nela contidos, os quais foram doados pela família do Sr. Comendador Capitão Gancho.
Institucionaliza-se, nesta data, o funcionamento, no local supracitado, do Museu Municipal Peter Pan Sininho da Silva.
Faz de Conta, 24 de março de 2009
Walt Disney
Prefeito Municipal
Equipe:
Érica, Sara, Raquel, Maria Regina, Nereida, Nilton
Os diferentes estilos
OFICINA 06- TP5 – UNIDADE 17
OBJETIVOS: A partir de uma notícia de jornal escrito, redigir como uma pessoa conhecida usaria para narrá-la.
Os diferentes estilos
Paulo Mendes Campos
Gênero: Jornalístico
Estilo: DATENA
É um absurdo!
Onde é que vamos parar?
A violência está demais!
Vejam só, mostra aí, põe a imagem.
Corpo de homem é encontrado na lagoa Rodrigo de Freitas.
É um absurdo!
Mataram o homem e jogaram lá ou ele foi morrer na lagoa?
Que absurdo!
O corpo foi encontrado pelo vigia de uma construtora à margem da lagoa.
Imaginem o susto do camarada. Onde é que vamos parar?
É um absurdo!
Equipe: Maria Regina Neves e Silva
Nilton Jose Pereira Carneiro
OBJETIVOS: A partir de uma notícia de jornal escrito, redigir como uma pessoa conhecida usaria para narrá-la.
Os diferentes estilos
Paulo Mendes Campos
Gênero: Jornalístico
Estilo: DATENA
É um absurdo!
Onde é que vamos parar?
A violência está demais!
Vejam só, mostra aí, põe a imagem.
Corpo de homem é encontrado na lagoa Rodrigo de Freitas.
É um absurdo!
Mataram o homem e jogaram lá ou ele foi morrer na lagoa?
Que absurdo!
O corpo foi encontrado pelo vigia de uma construtora à margem da lagoa.
Imaginem o susto do camarada. Onde é que vamos parar?
É um absurdo!
Equipe: Maria Regina Neves e Silva
Nilton Jose Pereira Carneiro
quarta-feira, 27 de maio de 2009
PRODUÇÕES DE TEXTOS - PROFESSORA ROSELI FERREIRA - ESCOLA MUNICIPAL JOÃO DE ABREU SALGADO-
Escreva um texto empregando estas palavras
muxuango
hermeneuta
vituperado
defenestração
perfunctório
falácia
ignóbil
sibilino
uxoricídio
apoplexia
A família de Sibilino
Estael Vilela Miranda 71
Flora era uma empregada muito ignóbil, não fazia nada e vivia reclamando do senhor Sibilino, seu patrão.
Sibilino era muito vituperado e trabalhava em um lindo perfunctório, todo enfeitado e decorado. Mas... Flora não gostava de seu Sibilino, preferia tomar um vidro de uxoricídio do que falar com ele.
Doce e meiga era a dona Falácia, mulher de Sibilino, a pobrezinha sofria de apoplexia e tinha de ir ao hermeneuta três vezes na semana, era mesmo uma família muito louca... Sibilino e Falácia eram mesmo um casal muito muxuango.
E Flora não deixava escapar se quer uma defenestração.
Uxoricídio do meu amor
João Pedro Silva 61
Hermeneuta, o sol se põe num
Lindo dia de verão.
Falácia e palácios se confundem no amanhã.
A lágrima brota ignóbil no meu peito
Como um punhal
É o uxoricídio da minha deusa do amor.
Na minha apoplexia viajo e crio
Mil fantasias e perfunctório
Do meu imenso vazio.
Muxuango, vejo nostálgico
a vida passar.
Desesperado e vituperado,
O apaixonado suspiro.
Agora penso que é o fim,
Descanso meu coração amargo
No sibilino
Sincero de um passado tão presente.
Sibilino vai ao médico
Marielem 61
Dona Falácia, é proprietária de uma fazenda perto da cidade de Hermeneuta. Ela mora com seu marido Sibilino que vive muxuango pelo cantos. Ele tem 93 anos e sofre de uma doença chamada apoplexia.
Certo dia, seu Sibilino estava passando muito mal com sua doença e desmaiou , acabou tendo uma defenestração. Foi até a cidade Hermeneuta, para consultar com o médico. Passado alguns minutos de conversa o médico lhe diz:
_____Você não teve nada, só foi um ignóbil perfunctório. Mesmo sabendo que não era só isso, sua esposa passou na farmácia e comprou o famoso remédio uxoricídio.
Passado quinze dias, seu Sibilino teve o retorno ao médico e o mesmo lhe disse que já estava vituperado, poderia ficar tranqüilo em sua fazenda com sua esposa e filhos....
Meu amigo ignóbil
Wesley de Mendonça. 72
Este meu amigo é muito ignóbil
Até para sua mãe Falácia
E seu pai Sibilino.
Se chama Muxuango
A mãe é também ignóbil,
O pai é perfunctório.
Uma vez tivemos defenestração,
Ficamos muxuangos.
Minha mãe era hermeneuta
E estava cuidando do machucado de Falácia
Papai tinha apoplexia.
Meu amigo parou de ser ignóbil
A mãe de Muxuango foi vituperada
E seu pai foi vítima de uxoricídio.
Ignóbil
Ygor Oliveira Martins 71
Ignóbil, um hermeneuta,
tratava de Sibilino,
que tinha falácia
E apoplexia.
Todo vituperado
Tinha que usar uxoricídio
E depois apareceu muxuango,
Foi para o perfunctório
E para piorar defenestração teve.
muxuango
hermeneuta
vituperado
defenestração
perfunctório
falácia
ignóbil
sibilino
uxoricídio
apoplexia
A família de Sibilino
Estael Vilela Miranda 71
Flora era uma empregada muito ignóbil, não fazia nada e vivia reclamando do senhor Sibilino, seu patrão.
Sibilino era muito vituperado e trabalhava em um lindo perfunctório, todo enfeitado e decorado. Mas... Flora não gostava de seu Sibilino, preferia tomar um vidro de uxoricídio do que falar com ele.
Doce e meiga era a dona Falácia, mulher de Sibilino, a pobrezinha sofria de apoplexia e tinha de ir ao hermeneuta três vezes na semana, era mesmo uma família muito louca... Sibilino e Falácia eram mesmo um casal muito muxuango.
E Flora não deixava escapar se quer uma defenestração.
Uxoricídio do meu amor
João Pedro Silva 61
Hermeneuta, o sol se põe num
Lindo dia de verão.
Falácia e palácios se confundem no amanhã.
A lágrima brota ignóbil no meu peito
Como um punhal
É o uxoricídio da minha deusa do amor.
Na minha apoplexia viajo e crio
Mil fantasias e perfunctório
Do meu imenso vazio.
Muxuango, vejo nostálgico
a vida passar.
Desesperado e vituperado,
O apaixonado suspiro.
Agora penso que é o fim,
Descanso meu coração amargo
No sibilino
Sincero de um passado tão presente.
Sibilino vai ao médico
Marielem 61
Dona Falácia, é proprietária de uma fazenda perto da cidade de Hermeneuta. Ela mora com seu marido Sibilino que vive muxuango pelo cantos. Ele tem 93 anos e sofre de uma doença chamada apoplexia.
Certo dia, seu Sibilino estava passando muito mal com sua doença e desmaiou , acabou tendo uma defenestração. Foi até a cidade Hermeneuta, para consultar com o médico. Passado alguns minutos de conversa o médico lhe diz:
_____Você não teve nada, só foi um ignóbil perfunctório. Mesmo sabendo que não era só isso, sua esposa passou na farmácia e comprou o famoso remédio uxoricídio.
Passado quinze dias, seu Sibilino teve o retorno ao médico e o mesmo lhe disse que já estava vituperado, poderia ficar tranqüilo em sua fazenda com sua esposa e filhos....
Meu amigo ignóbil
Wesley de Mendonça. 72
Este meu amigo é muito ignóbil
Até para sua mãe Falácia
E seu pai Sibilino.
Se chama Muxuango
A mãe é também ignóbil,
O pai é perfunctório.
Uma vez tivemos defenestração,
Ficamos muxuangos.
Minha mãe era hermeneuta
E estava cuidando do machucado de Falácia
Papai tinha apoplexia.
Meu amigo parou de ser ignóbil
A mãe de Muxuango foi vituperada
E seu pai foi vítima de uxoricídio.
Ignóbil
Ygor Oliveira Martins 71
Ignóbil, um hermeneuta,
tratava de Sibilino,
que tinha falácia
E apoplexia.
Todo vituperado
Tinha que usar uxoricídio
E depois apareceu muxuango,
Foi para o perfunctório
E para piorar defenestração teve.
terça-feira, 26 de maio de 2009
TP3 - UNIDADES 10,11 E 12
3ª oficina – 4h
Troca de idéias
Troca de materiais
Orientações do portfólio
Unidade 10 e 11 – TP3
TP3
Socialização das atividades – UNIDADE 10
Comentário de TP
Definem-se tipos textuais pela forma em que as informações são organizadas nos textos; pela predominância das categorias gramaticais que levam o leitor/ouvinte a compreender o texto. Estas estruturas lingüísticas servem de “pistas” para a construção da significação textual: uma seqüência descritiva pode ser comparada a um retrato, ou uma pintura; uma seqüência narrativa pode ser comparada a um filme.
Nas seqüências descritivas, a ordenação dos fatos ou episódios não é relevante. As seqüências narrativas, ao contrário, caracterizam-se justamente pela “evolução” dos fatos, pela mudança de estado, pelas relações de conseqüência.
Como os tipos costumam aparecer mesclados nos textos empíricos, às vezes, torna-se difícil distinguir as seqüências exatamente; só pelo reconhecimento da predominância de um dos tipos, com uma leitura global do texto, é que isso se torna possível.
TRABALHANDO COM GÊNEROS TEXTUAIS
“Quando dominamos um gênero textual, não dominamos uma forma lingüística e sim uma forma de realizar lingüisticamente objetivos específicos em situações sociais particulares.” L. A. Marcuschi
Tanto os textos considerados literários, quanto os não-literários, são assim classificados por um conjunto de fatores que não podem ser considerados isoladamente.
Dependendo da função maior que um texto exerce na interação, sua classificação pode variar. Nem o tema, nem a maneira de organizar e explorar o vocabulário podem, por si só, justificar uma classificação.
Os textos considerados literários põem, em geral, em relevo o plano da expressão, da sonoridade, do jogo de imagens, mas a definição do que seja texto literário, ou poético, pode variar, segundo as escolas literárias. Em geral, os textos não-literários (funcionais ou utilitários) têm como finalidade
maior a informação e, por isso, aspectos estéticos da linguagem – ou a exploração do plano sonoro ou da linguagem figurada – são considerados em segundo plano.
Unidade 11
UNIDADE 11 – TIPOS TEXTUAIS
O tipo narrativo apóia-se em fatos, personagens, tempo e espaço. Relata mudanças de estado entre os fatos ou episódios, seja marcando essas mudanças nos tempos verbais ou não. Além disso, há uma relação de anterioridade e posterioridade entre os fatos narrados e, freqüentemente, esses fatos mantêm entre si uma relação de causa e efeito. Por isso, muitas vezes, a ordem em que se enuncia os fatos é relevante para a seqüência narrativa.
O tipo descritivo enumera aspectos, físicos ou psicológicos, em simultaneidade.
Nenhum dos fatos, ou informações, é necessariamente anterior a outro. Por isso, a inversão na ordem dos enunciados não altera a “imagem” que a descrição constrói.
Seqüências tipológicas injuntivas ou instrucionais têm por objetivo instruir o leitor/ ouvinte sobre alguma coisa. Por isso, as formas verbais mais freqüentemente empregadas estão no modo imperativo. Por delicadeza, para utilizar uma linguagem mais polida, a intenção de ordem pode ser expressa por perguntas ou por incentivos a alguma ação. O importante é que seqüências instrucionais caracterizam-se por fazer o interlocutor executar alguma ação. A ordenação das ações, por isso, pode ser relevante e a seqüenciação entre os enunciados pode corresponder a uma conexão necessária entre os atos a executar.
Seqüências preditivas têm por objetivo fazer o leitor/ouvinte acreditar em um estado de coisas que ainda está para acontecer. Por isso, predominam os verbos nos tempos futuros e os conectores lógicos não são importantes. Pode-se perceber, formalmente, uma semelhança com a descrição de uma situação futura: uso de verbos de estado e de frases nominais.
Como acontece com os demais tipos textuais, o mais freqüente é a ocorrência das seqüências instrucionais e preditivas mescladas a outros tipos textuais, muitas vezes como parte de outros tipos predominantes.
OBJETIVOS DA UNIDADE 11
1- Caracterizar seqüências tipológicas narrativas e descritivas;
2- Caracterizar seqüências tipológicas injuntivas e preditivas;
3- Caracterizar seqüências tipológicas expositivas e argumentativas como dois aspectos do tipo dissertativo.
4ª oficina – 4h
TP3 UNIDADE 12
RELATÓRIOS
OBJETIVOS DA UNIDADE 12
1- Identificar as diferenças e semelhanças na organização dos textos utilizados em diversos contextos de uso lingüístico;
2- Relacionar gêneros textuais e competência sociocomunicativa;
3- Identificar características que levam à classificação de um gênero textual.
Unidade 12-
A inter-relação entre gêneros e tipos textuais.
Os critérios de definição para gêneros textuais incluem, além do plano composicional – ou das estruturas lingüísticas –, fatores “exteriores” ao texto: os objetivos, os interlocutores, as relações sociais entre eles, a formalidade e as exigências da situação, etc. Esses fatores são historicamente construídos e , apesar da aparente liberdade na construção dos gêneros, o falante mais atende a “direcionamentos” culturais para suas escolhas do que faz, de fato, valer seu arbítrio.
Os tipos textuais, definidos pela predominância das características lingüísticas, compõem o plano composicional dos gêneros: aparecem na forma de organização do texto. Podem servir também como parte da classificação dos gêneros quando são necessários ou ocorrem com muita freqüência em um ou outro.
De qualquer maneira, é inevitável a articulação entre gêneros e tipos, pois nestes se constróem lingüisticamente aqueles.
ATIVIDADE
Formação de 4 grupos de trabalho
leitura e discussão dos textos
levantamento das características dos tipos e dos gêneros
Fazer uma proposta de trabalho usando os textos da TP3 Unid 12 (recriação de texto).
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA -,TRÊS PONTAS- MG
Troca de idéias
Troca de materiais
Orientações do portfólio
Unidade 10 e 11 – TP3
TP3
Socialização das atividades – UNIDADE 10
Comentário de TP
Definem-se tipos textuais pela forma em que as informações são organizadas nos textos; pela predominância das categorias gramaticais que levam o leitor/ouvinte a compreender o texto. Estas estruturas lingüísticas servem de “pistas” para a construção da significação textual: uma seqüência descritiva pode ser comparada a um retrato, ou uma pintura; uma seqüência narrativa pode ser comparada a um filme.
Nas seqüências descritivas, a ordenação dos fatos ou episódios não é relevante. As seqüências narrativas, ao contrário, caracterizam-se justamente pela “evolução” dos fatos, pela mudança de estado, pelas relações de conseqüência.
Como os tipos costumam aparecer mesclados nos textos empíricos, às vezes, torna-se difícil distinguir as seqüências exatamente; só pelo reconhecimento da predominância de um dos tipos, com uma leitura global do texto, é que isso se torna possível.
TRABALHANDO COM GÊNEROS TEXTUAIS
“Quando dominamos um gênero textual, não dominamos uma forma lingüística e sim uma forma de realizar lingüisticamente objetivos específicos em situações sociais particulares.” L. A. Marcuschi
Tanto os textos considerados literários, quanto os não-literários, são assim classificados por um conjunto de fatores que não podem ser considerados isoladamente.
Dependendo da função maior que um texto exerce na interação, sua classificação pode variar. Nem o tema, nem a maneira de organizar e explorar o vocabulário podem, por si só, justificar uma classificação.
Os textos considerados literários põem, em geral, em relevo o plano da expressão, da sonoridade, do jogo de imagens, mas a definição do que seja texto literário, ou poético, pode variar, segundo as escolas literárias. Em geral, os textos não-literários (funcionais ou utilitários) têm como finalidade
maior a informação e, por isso, aspectos estéticos da linguagem – ou a exploração do plano sonoro ou da linguagem figurada – são considerados em segundo plano.
Unidade 11
UNIDADE 11 – TIPOS TEXTUAIS
O tipo narrativo apóia-se em fatos, personagens, tempo e espaço. Relata mudanças de estado entre os fatos ou episódios, seja marcando essas mudanças nos tempos verbais ou não. Além disso, há uma relação de anterioridade e posterioridade entre os fatos narrados e, freqüentemente, esses fatos mantêm entre si uma relação de causa e efeito. Por isso, muitas vezes, a ordem em que se enuncia os fatos é relevante para a seqüência narrativa.
O tipo descritivo enumera aspectos, físicos ou psicológicos, em simultaneidade.
Nenhum dos fatos, ou informações, é necessariamente anterior a outro. Por isso, a inversão na ordem dos enunciados não altera a “imagem” que a descrição constrói.
Seqüências tipológicas injuntivas ou instrucionais têm por objetivo instruir o leitor/ ouvinte sobre alguma coisa. Por isso, as formas verbais mais freqüentemente empregadas estão no modo imperativo. Por delicadeza, para utilizar uma linguagem mais polida, a intenção de ordem pode ser expressa por perguntas ou por incentivos a alguma ação. O importante é que seqüências instrucionais caracterizam-se por fazer o interlocutor executar alguma ação. A ordenação das ações, por isso, pode ser relevante e a seqüenciação entre os enunciados pode corresponder a uma conexão necessária entre os atos a executar.
Seqüências preditivas têm por objetivo fazer o leitor/ouvinte acreditar em um estado de coisas que ainda está para acontecer. Por isso, predominam os verbos nos tempos futuros e os conectores lógicos não são importantes. Pode-se perceber, formalmente, uma semelhança com a descrição de uma situação futura: uso de verbos de estado e de frases nominais.
Como acontece com os demais tipos textuais, o mais freqüente é a ocorrência das seqüências instrucionais e preditivas mescladas a outros tipos textuais, muitas vezes como parte de outros tipos predominantes.
OBJETIVOS DA UNIDADE 11
1- Caracterizar seqüências tipológicas narrativas e descritivas;
2- Caracterizar seqüências tipológicas injuntivas e preditivas;
3- Caracterizar seqüências tipológicas expositivas e argumentativas como dois aspectos do tipo dissertativo.
4ª oficina – 4h
TP3 UNIDADE 12
RELATÓRIOS
OBJETIVOS DA UNIDADE 12
1- Identificar as diferenças e semelhanças na organização dos textos utilizados em diversos contextos de uso lingüístico;
2- Relacionar gêneros textuais e competência sociocomunicativa;
3- Identificar características que levam à classificação de um gênero textual.
Unidade 12-
A inter-relação entre gêneros e tipos textuais.
Os critérios de definição para gêneros textuais incluem, além do plano composicional – ou das estruturas lingüísticas –, fatores “exteriores” ao texto: os objetivos, os interlocutores, as relações sociais entre eles, a formalidade e as exigências da situação, etc. Esses fatores são historicamente construídos e , apesar da aparente liberdade na construção dos gêneros, o falante mais atende a “direcionamentos” culturais para suas escolhas do que faz, de fato, valer seu arbítrio.
Os tipos textuais, definidos pela predominância das características lingüísticas, compõem o plano composicional dos gêneros: aparecem na forma de organização do texto. Podem servir também como parte da classificação dos gêneros quando são necessários ou ocorrem com muita freqüência em um ou outro.
De qualquer maneira, é inevitável a articulação entre gêneros e tipos, pois nestes se constróem lingüisticamente aqueles.
ATIVIDADE
Formação de 4 grupos de trabalho
leitura e discussão dos textos
levantamento das características dos tipos e dos gêneros
Fazer uma proposta de trabalho usando os textos da TP3 Unid 12 (recriação de texto).
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA -,TRÊS PONTAS- MG
domingo, 24 de maio de 2009
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