segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ATIVIDADE 3- SEGUNDO ENCONTRO EM BELO HORIZONTE- MG

Usando o mesmo recurso do livro: " O Carteiro Chegou", escreva uma história infantil usando a alusão a outras histórias.

Os sem-floresta

Pela estrrada afora: cheiro de fumaça, garrafas pet, sacos plásticos, som de motosserras...
Passos apressados, amedrontados, João e Maria escapando do trabalho infantil imposto pela Bruxa Má.
Nesse momento, nos juntamos e caminhamos em direção "a casa da vovozinha".
De repente, tiros no ar, galhos quebrando e eis que surge, buante e apavorado, o lobo gritando: __Corram, fujam! Os caçadores vêm aí.... mal havíamos nos juntado a ele e:
__Atchim, atchim, atchim...
Eram três porquinhos trêmulos, atrás do arbusto. E eles também vieram conosco.
No caminho, encontramos próximo as árvores derrubadas outra bruxa, chorosa, pois não encontrara mais nenhuma macieira. E até ela juntou-se à causa.
Chegamos ao condomínio da vovozinha. Então, entreguei a cesta básica que havia trazido para ela. Começamos a discutir sobre a situação em que se encontram as florestas e decidimos que cada um de nós tem muito o que fazer. Vou fazer a minha parte.

Eu vou, eu vou....
Cuidar das florestas eu vou....
Eu vou, eu vou...
Cuidar do meio ambiente, eu vou.

GRUPO:
CARLA APARECIDA FERREIRA- SERRA DA SAUDADE- MG
LÍLIAN DA SILVA SALES - SANTA LUZIA-MG
NOEME DOS SANTOS SOARES SILVA - SÃO JOSÉ DA LAPA-MG
REGINA CÉLIA ANGÉLICO LACERDA - SÃO JOSÉ DA LAPA-MG
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA - TRÊS PONTAS- MG
SARA NOGUEIRA COSTA-SETE LAGOAS-MG

quinta-feira, 15 de outubro de 2009


Aos meus queridos formadores, colegas nessa tão nobre profissão: PROFESSOR!


Ser professor é professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe ensinou...
Ser professor é consumir horas e horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia é única e original...
Ser professor é encontrar pelo corredor com cada aluno, olhar para ele sorrindo, e se possível, chamando-o pelo nome para que ele se sinta especial...
Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da reação da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...
Ser professor é envolver-se com seus alunos nos mínimos detalhes, vislumbrando quem está mais alegre ou mais triste, quem cortou os cabelos, quem passou a usar óculos, quem está preocupado ou tranquilo demais, dando-lhe a atenção necessária...
Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.
Ser professor é equilibrar-se entre três turnos de trabalho e tentar manter o humor e a competência para que o último turno não fique prejudicado...
Ser professor é ser um "administrador da curiosidade"de seus alunos, é ser parceiro, é ser um igual na horade ser igual, e ser um líder na hora de ser líder, é saber achar graça das menores coisas e entender que ensinar e aprender são movimentos de uma mesma canção: a canção da vida...
Ser professor é acompanhar as lutas do seu tempo pelo salário mais digno, por melhores condições de trabalho, por melhores ambientes fisicos, sem misturar e confundir jamais essas lutas com o respeito e com o fazer junto ao aluno.
Perder a excelência e o orgulho, jamais!
Ser professor é saber estar disponível aos colegas e ter um espírito de cooperação e de equipe na troca enriquecedora de saberes e sentimentos, sem perder a própria identidade.
Ser professor é ser um escolhido que vai fazer"levedar a massa" para que esta cresça e se avolume em direção a um mundo mais fraterno e mais justo.
Ser professor é ser companheiro do aluno, "comer do mesmo pão", onde o que vale é saciar a fome de ambos, numa dimensão de partilha...
Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo".
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés...

Com carinho Aya

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Atividade 1 - Unidade 21

Escolha um provérbio e construa um texto argumentativo em que a tese seja a moral;
1- Quem tem boca vai a Roma
2- Devagar se vai ao longe
3- Mais vale um pássaro na mão que dois voando
4- Antes tarde do que nunca
5- Quem tudo quer tudo perde

A ascenção, a queda e o retorno

Era ele o cara, bom moço, payboy, boa pinta, cheiroso, alta sociedade carioca...
Entra na política meio por acaso, casou-se numa família influente em um pequeno estado brasileiro.
Lá fez fama, virou empresário, entrou para a carreira política.
Galgou passo a passo, vereador, deputado federal, governador, caçador de marajás, finalmente,chegou ao comando da nação com toda simpatia, beleza e marketing da Dama de Prata.
Poder, fama, roubo, maracutaia , traição familiar, desaba o mundo aos pés e "Quem tudo quer , tudo perde."
Mas, "Como devagar se vai ao longe" o mocinho da nossa história cumpre pena, some da mídia, vira vilão e "Como fênix ressurge das cinzas."
Nove anos se passaram e "Antes tarde do que nunca" ele volta ao poder. Até onde chegará...
Se for inteligente,vai entender que "Mais vale um pássaro na mão do que dois voando."

Elaine, Márcia e Solange

Atividade 9 TP1

A Língua e suas diversidades.

A língua é volátil
"vareia nas região"
mas temos que saber
em qual situação
usar a padrão.

Dependendo do contexto
e do seu interlocutor
"as mudança acontece"
mas não perdem o seu valor.

Ritmo, diversidade de cultura e religião;
Pluralidade no país
essa é nossa situação.

A língua também
pode ser um meio
de exclusão ou inclusão
mas cabe ao cidadã0
estar sempre em construção.

Cultura é importante,
escrita e linguagem também
pode-se roubar um bem
mas nunca o conhecimento
que se tem.

É com incentivo e compromisso
que a escola acontece
se você estiver inserido
seu crescimento intelectual prevalece.

Pode ser Nirso,
Chico,
ou até um advogado
mas o que você não pode
é ser um ser abilolado

Não seja mais um ignorante,
Educação é importante
seja esperto, estude,
vá em frente e se liberte
e se torne um comunicador eficiente.

Elaine, Márcia e Solange

Atividade 13 TP1 Unidade4

Usando o mesmo recurso do livro "O carteiro chegou" Escreva uma história infantil fazendo uma alusão a outras histórias.



domingo, 6 de setembro de 2009

Atividade 13 TP1 Unidade4

Usando o mesmo recurso do livro "O carteiro chegou" Escreva uma história infantil fazendo uma alusão a outras histórias.


Era uma vez...numa densa floresta andava uma menina despreocupada com tudo que acontecia em outro reino.Agasalhada con seu gorro vermelho, pois a noite adentrava e o frio machucava a pele, a menina apressou-se em chegar a casa de sua vó que morava do outro lado da floresta.
De repente, um ruído cheio de lamentações a fez parar.
-Quem visitava a floresta àquela hora para se lamentar? O que teria acontecido?- questionou a menina.
Embrenhando-se entre as árvoresm deparou-se com a linda moça sentada à beira do lago, chorando lágrimas de dor e decepção que se confundiacom as águas do lago. Aproximando-se da moça,a menina tentou chamar sua atençaõ:
_Olá, posso me sentar aqui com você? Assim podemos nos entreter numa conversa amigável antes que a noite desça de vez.
A moça com os olhos vermelhos fe tanto chorar respondeu com a voz entrecortada pela dor:
_Entreter-me? Como? Só tenho feito sofrer o amor que trago no peito.
_Conte-me o que é. Quem sabe posso ajudá-la- disse a menina.
_Posso contar, mas não sei se poderá ajudar-me-respondeu a moça.
_ Eu vivia numa casa com minha madrasta que me escravizava e suas filhas, minhas meio irmãs. Um dia, encontrei um rapaz num baile, me apaixonei e acabei por casar-me com ele, pois parecia ser bom e responsável além de muito bonito, mas decepcionei-me. Depois da lua de mel ele só queria beber, fica o dia todo nas tavernas não trabalha e chega tarde em casa. Não tenho mais alegria...
Após ouvir a história a menina logo disse: _Não se desespere. Para tudo tem uma solução. Vou recomendá-la a duas amigas minhas, experientes com casos como este.Sabem perfeitamente conciliar trabalho e lazer. Elas mesmas passaram por esta dificuldade e viviam se estranhando. Hoje as duas trabalham, se divertem e ainda dividem os lucros. Enquanto uma faz o serviço manual, a outra canta para alegrá-la. O que não deixa de ser uma trabalho! Nas horas de folga, que não são muitas, elas ensinam os outros a como ter uma vida harmoniosa. Tudo através da educação.
A moça gostou da ajuda, parou de chorar e correu para convencer o marido a procurar as amigas da menina que também apressou-se em chegar a casa da vovó.
E todos viveram felizes. Só não sei separa sempre, mas quem sabe encontraremos a moça, a menina, o marido, a vovó, e é claro, as amigas. Elas devem ser ótimas educadoras.

Formadoras:
Andréa Aparecida Cambraia
Lucimar Barbosa Silva
Simone Kátia da Silveira Gomes
Maria Estela dos Santos Ferraz Terezinha Ap. de Araújo Costa
Neusa Maria Machado Pena

Atividade 9 TP1

A Língua e suas diversidades.

A Língua falada por um ou vários países é denominada língua mãe e, quando usamos essa expressão passamos a ideia de que a língua materna é única e estática, mas vimos que os falantes dão vida e modificam a maneira de fazer a colocações que constroem as variações linguísticas. Essa diversidade consequentemente criou o falar regional(sotaque), sinônimo, gíria, estrangeirismo, neologismnoentre outros.
A língua portuguesa é rica e dinâmica apresentando sempre variadas mudanças linguísticas e valorizando a cultura nascida da comunidade falante(região).
Segundo a citação da formadora Andréa Cambraia, GestarII,que faz referência a fala do Chico Bento, personagem de Maurício de Sousa em uma tira denominada "Orador" e da fala do escritor José Saramago no documentário" Língua, vidas em Português",a Língua se caracteriza pela função que exerce no meio em que é usada.
"Não se importe em comer quiabo
Valorize a ocasião
Nossa Língua merece destaque
Não a despreze, não!
Seja Chico ou Saramago
O entendimento é o alvo
E a Língua a razão!"
A compreensão do processo da fala e o caráter dinâmico da língua revela constante evolução da sociedade e sua cultura que dependem das experiências de vida do indivíduo e de seu grupo ocorridos em determinada época e lugar.


Formadoras:Andréa Aparecida Cambraia
Lucimar Barbosa Silva
Simone Kátia da Silveira Gomes
Maria Estela dos Santos Ferraz
Terezinha Aparecida de Araújo Costa
Neusa Maria Machado Pena.

Atividade 1- Unidade 21

Escolha um provérbio e construa um texto argumentativo em que a tese moral seja: Antes tarde do que nunca.

Já se perdeu a conta de capacitações aplicadas pelo Sistema Educacional numa tentativa de formar docentes para a prática autônoma e construtiva da Língua Portuguesa. Mas ao longo do tempo certificou-se que os resultados não foram positivos. O índice de proficiência em leitura e escrita dos alunos não têm sido satisfatório, e tudo isto vem de encontro ao custo dispendido para capacitação sem nenhum retorno.
Os docentes da rede municipal e estadual se veem num dilema não só profisssional, mas, pessoal; afinal de contas trablham com seres na sua melhor performance para adquirir conhecimento. Estão abertos para o aprendizado.
De repente para os docentes uma luz no fim do túnel; "uma gravidez" ímpar para todos os sexos e idades, tranformando-os em gestantes do conhecimento, do aprimoramento.Segunda gestação. Como somos muitos, adotou-se o nome de Gestar II.
O especialista, uma cirurgiã cultural tem acompanhado de forma explêndida todas as etapas da gestação. O remédios vêm em bulas encadernadas e a leitura é gratificante e instrutiva cujos efeitos motivam docentes a ajudarem outros na mesma empreitada.
Os docentes se adaptam bem a toda programação do Gestar II. Algumas complicações, sem muita gravidade, e, tudo isso leva as cursistas a se tornarem verdadeiras mães.
A incisão está sendo feita gradativamnete no cérebro, para serem gestantes e, cuidar de filhos já nascidos.Mas, com certeza saberão levar a criação do Gestar II de forma a acrescentar sempre, aprimorando-se de acordo com as mudanças desse mundo em evolução.
Demorou, mas antes tarde do que nunca. O GestarII veio e está mexendo com a vida, com a maneira de pensar e agir de todo educador envolvido.
"Aya" junte-se a nós!

Formadoras:Andréa Aparecida Cambraia
Lucimar Barbosa Silva
Simone Kátia da Silveira Gomes
Maria Estela dos Santos Ferraz
Terezinha Aparecida de Araújo Costa
Neusa Maria Machado Pena

obs: Neusa não apareceu pois foi ela quem tirou a foto!
Ela aparece na atividade 9 da TP1

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

ATIVIDADE-SEGUNDO ENCONTRO= BHTE-MG- 24-8-09 A 28-08-09







Atividade 2

Redigir um texto argumentativo abordando essas questões: língua, cultura e práticas sociais.

EMAIL

De: Nirso
Para : Presidente
Assunto: Não voltarei puragora
Data: 28-08-09


Sinhô Presidenti, as venda tá indo de ventonpopa. Num vorto puragora. Tem muito lugar pra isplorá, vendê os produto da firma, tem muito o caprendê pra miorá masainda..

De: Nilson
Para: Sr. Presidente
Assunto: Estou chegando
Data: 28- 08 -12


Senhor Presidente, pelos caminhos que andei, aprendi muito, conheci pessoas diferentes, e nessas minhas andanças, percebi o quanto o estudo poderia me ajudar no crescimento pessoal e até profissional, foi aí que encontrei um curso à distância e resolvi me matricular. Mas, mesmo estudando e aprendendo “ sô” , não esqueci minhas raízes: O Nirso agora é Nilson. Favor afixar este email no painel para incentivar a todos a estudarem.

GRUPO:
Carla Aparecida Ferreira – Serra da Saudade- MG
Lílian da Silva Sales - Santa Luzia- MG
Noeme dos Santos Soares Silva – São José da Lapa – MG
Regina Célia Angélico Lacerda- São José da Lapa- MG
Roseli Figueiredo Ferreira – Três Pontas – MG
Sara Nogueira Costa – Sete Lagoas-MG

domingo, 30 de agosto de 2009

ATIVIDADE-SEGUNDO ENCONTRO= BHTE-MG- 24-8-09 A 28-08-09






ATIVIDADE 1

UMA BOA ARGUMENTAÇÃO


Escolha um provérbio e construa um texto argumentativo em que a tese seja a moral.

Entrevista

Fernanda Matarazo dando a volta por cima.

Fernanda Matarazo, 52 anos, Presidente da ONG Adote um animal. Presença constante nas colunas sociais, fala das reviravoltas de sua vida.

MC- O que fez com que um casamento considerado tão sólido chegasse ao fim?

Fernanda: Bem, eu estava casada há 25 anos. Meu marido era muito atencioso comigo e excelente pai. No entanto, eu achava que ainda faltava algo.

MC- Foi nesse momento que o modelo João Carlos entrou em sua vida?

Fernanda- Não. As coisas não aconteceram de um dia para o outro. Afinal, era um casamento de 25 anos, meu bem!... João me fez sentir jovem, viva, sair da rotina. Fez com que me sentisse desejada novamente. Que mulher não gosta de se sentir assim?

MC- Hoje em dia, você está sem seu marido e sem João. Como você explica isso?

Fernanda- Fui eu quem mudou as regras do jogo. Não há nada sem riscos. Eu vi uma chance de ser feliz e não a perdi.

MC- Você está feliz?

Fernanda- Sim. Eu me reencontrei. Eu havia me esquecido de que antes de ser mãe, esposa, era mulher. Descobri que aos 52 anos ainda há muito o que viver. Hoje, é tempo de ser feliz, meu bem!(risadas) Afinal, antes tarde do que nunca! ( risadas)

GRUPO:
Carla Aparecida Ferreira – Serra da Saudade- MG
Lílian da Silva Sales - Santa Luzia- MG
Noeme dos Santos Soares Silva – São José da Lapa – MG
Regina Célia Angélico Lacerda- São José da Lapa- MG
Roseli Figueiredo Ferreira – Três Pontas – MG

terça-feira, 23 de junho de 2009

GESTAR II - 2° ENCONTRO

GESTAR II – PASSOS – MG

2° Encontro 18 e 20 de maio de 2009
Formadora : Raquel Lemos Paim de Lima

“Se tens fé, cumpre saberes que tudo é possível àquele que a tem”

Para facilitar a participação das cursistas, o Gestar II em Passos será dado em dois momentos : segunda-feira das 13:00 às 17:00 e quarta-feira das 18:00 às 22:00 quinzenalmente e de turmas distintas.
Na abertura da reunião foi apresentada a mensagem “ O Segredo” e discutido a essência da mesma : O impossível reside nas mãos inertes daqueles que não lutam.
Com o uso do Power Point foi apresentado o resumo com os pontos básicos do GUIA GERAL, já divididos em grupos as cursistas responderam a página 21 do mesmo, fazendo a leitura das páginas 22 a 25. As ideias foram socializadas e debatidas entre as cursistas.
Trazendo como referência aos gêneros textuais , o caderno TP3 foi introduzido. A professora formadora questionou sobre o conceito e classificação de gênero e tipologia textuais. Através da multimídia , vários gêneros textuais foram interpretados quanto a(s) tipologia(s) existente(s) em cada um deles.
Ficou claro, através de inferências que a interpretação é algo que está intrinsecamente ligado aos valores sociais, culturais, emocionais... Cabe a nós educadores orientarmos e fazermos abordagens por diversos ângulos de um mesmo texto.
As imagens das páginas 15 e 16 do TP3 foram interpretadas minuciosamente pelas cursistas, que logo após socializaram suas análises. Foi pedido às cursistas que escolhessem duas atividades da unidade 9 para serem aplicadas em sala de aula. A seguir um dos relatórios apresentados por uma das cursistas :

RELATÓRIO

TP3 – Unidade 9

Atividade 1 – pág. 17 e atividade 2 pág. 18

O conhecimento intuitivo de gêneros

Objetivo – identificar diferenças e semelhanças na organização de textos organizados em diversos contextos de uso linguístico.

Atividades realizadas com alunos do 9º ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual Nossa Senhora da Penha.

Os alunos se reuniram em grupos para observarem as 5 figuras. Houve a explicação de que a ideia de texto é bastante abrangente e que envolve tudo o que nos remete a uma informação. Através dos textos de linguagem não verbal, podemos formular ideias, conceitos, e isto é texto.
Como as salas são heterogêneas, há ali, alunos de diferentes classes sociais e por isso possuem visões diferentes acerca de trabalho.
A primeira figura foi facilmente caracterizada como trabalho; a segunda, como o homem está usando um notebook e tem uma bebida ao lado, a maioria achou que ele apenas digita uma mensagem e se diverte com isso, portanto, não considera trabalho. A terceira figura, a maioria também não considerou trabalho, achou que é apenas uma atividade comum de uma escola ou creche; já a figura dos jogadores, a maioria acha que é trabalho, aliás, o sonho dos meninos, ganharem muito dinheiro com o futebol e por fim, analisando a última figura, poucos acham que essa atividade seja trabalho, principalmente, porque não envolve dinheiro, salário.
Enfim , obtivemos um resultado muito bom, cada aluno pôde formular seus conceitos e refletir sobre as atividades de sua comunidade e que isso depende do seu conhecimento de mundo e da vivência de cada um.

Joana D’arc Silva dos Santos.
Professora da Escola Estadual Nossa Senhora da Penha.


Oficina - Gestar II - Passos - MG

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Gestar II Estrada Real: Relatório - Encontro Inaugural -

Gestar II Estrada Real: Relatório - Encontro Inaugural -

Relatório - Encontro Inaugural -

Gestar II – Passos - MG

Relatório - Encontro Inaugural – 30/04/2009

No dia 30/04/2009, realizamos o encontro inaugural do Gestar II na Cidade de Passos- MG.
Na abertura a Secretária Municipal de Educação Rosa Maria Cardoso Beraldo e a Diretora Municipal de Educação Zinete Guimarães Rattis parabenizaram os professores que se inscreverão para fazer o curso, ressaltaram a importância de se alavancar a qualidade da educação no município e que já se encontra em andamento um projeto para que seja gratificado todo professor que participar de formação continuada.
Em seguida apresentei aos cursistas a principal finalidade do curso .” Aprimorar as práticas pedagógicas e profissional , orientando na criação de uma nova escola. Uma escola que vise a autonomia e a auto realização de cada aluno e que tenha como horizonte a justiça social, a felicidade e a emancipação da humanidade.”
Fiz a entrega do Kit Gestar II. As cursistas foram orientadas sobre a divisão dos fascículos e o objetivo de cada um. Após a apreciação do material demonstraram muito entusiasmo devido a riqueza do mesmo. Foi passado o cronograma das oficinas que serão realizadas quinzenalmente. No encerramento do primeiro encontro e diante da grande expectativa e receptividade por parte dos cursistas, sentimos no coração as fortes palavras de Adélia Prado : “ não quero nem faca, nem queijo eu quero a fome”

RAQUEL LEMOS

sexta-feira, 5 de junho de 2009

atividades realizadas no encontro

Atividade 3,
Transformar o texto A pesca de Afonso Romano de Santana para construir um texto narrativo, dissertativo, injuntivo e/ou descritivo. Nosso grupo foi composto por Lilian Silva Sales, Rosângela Arlinda Estanislau, Vanessa Maria Evangelista, Fabiana de Oliveira Gomes Assis, Solange Sabino Palazzi e estilo que trabalhamos foi o descritivo. O resultado ficou assim:
A PESCA
O céu estava azul anil. O anzol foi preparado pacientemente. A Agulha mergulha verticalmente na água. De repente a linha se coloca em riste, veio a espuma, o peixe balança no ar, estabanado. O anzol, como uma âncora lhe rasga a garganta. O peixe , antes aquelíneo, ágil, claro, é jogado no areia e brilha ao sol.
----------------------------------------------------------------
Atividade 4
A professora solicitou que, em grupo, fizéssemos duas questões que remetesse as diversas dimensões de um texto a partir do texto da TP4 Unidade 15. O nosso grupo (Lilian Silva Sales, Rosângela Arlinda Estanislau, Vanessa Maria Evangelista, Fabiana de Oliveira Gomes Assis, Solange Sabino Palazzi e Antônio Calazans da Silva )trabalhou a intertextual . As questões elaboradas foram:
- Que tipo de afirmação social é colocaa pelo texto e reforçada na citação de José Murilo de Carvalho?
- O texto e as ilustrações remetem a uma obra literária, naturalista, muito notória no período. Que autor é este? Qual a obra? Esclareça sobre o contexto.
----------------------------------------------------
Atividade 5

Tema: Registro de Memória
Grupo: Lilian Silva Sales, Rosângela Arlinda Estanislau, Vanessa Maria Evangelista, Fabiana de Oliveira Gomes Assis, Solange Sabino Palazzi e Antônio Calazans da Silva, Eliana Alves de Souza.
Objetivos:
- Discutir a relação entre linguagem oral e escrita, a importância do registro para cultura e memória de um p0vo e produção de texto.
- Sondagem do conhecimento prévio dos alunos sobre a história da comunidade e delimitação do universo a ser estudado.
- Fortalecer o trabalhar em grupo.
- Identificar o Gênero Memória, como é produzido e sua função social
- Promover a Interdisciplinaridade
Série: 9ª Ano
Carga horária: Aproximadamente 10 aulas
Metodologia
- Incentivação com o filme
- Tempestade de idéia
-Sistematização de conhecimentos
Ações
Exibição do Filme
Tempestade de Idéias
Distribuição dos temas
Definição da pesquisa
Fechamento
Discussão dos dados coletados e construção de um texto por grupo e depois coletivo
Socialização
Avaliação
- Analise da pesquisa e do texto produzido pelos alunos
- Participação nos trabalhos em grupo
Recursos
Filme
Multimídia
Cartolina, folhas, canetas, pincéis, transparência, etc
Bibligrafia sobre gêneros textuais
---------------------------------------------------------------------
Atividade 6
Escreva um texto empregando as palavras:
MUXUGANGO, HERMENEUTA, VITUPERADO, DEFENESTRAÇÃO, PERFUNCTÓRIO, FALÁCIA, IGNÓBIL, SIBILINO, UXORICÍDIO, APOPLEXIA
Nosso(Lilian Silva Sales, Rosângela Arlinda Estanislau, Vanessa Maria Evangelista, Fabiana de Oliveira Gomes Assis, Solange Sabino Palazzi e Antônio Calazans da Silva, Eliana Alves de Souza) texto ficou assim:

Um hermeneuta saia todos os dias da repartição pública e se dirigia a perfunctório. Só saia de lá quando estava bastante muxuango. Meio vituperado, andava pelas ruas em total defenestração.
Certa noite, quando chegou na porta de sua casa, pegou o sibilino e tentou abrir a porta. Nesta tarefa ignóbil perdeu muito tempo, quando apareceu um amigo para ajudá-lo
Prontamente o hermeneuta lhe entregou o sibilino; o amigo então perguntou, com grande falácia:
- Onde está o uxoricídio, sem ele não podemos abrir a porta.
Em estado de apoplexia o hermeneuta respondeu:
- Hiiiiiiiiii, fumei ele!
---------------------------------------------
Atividade 7
Utilizando as seguintes informações: homem, 40 anos, é encontrado morto, por um vigia noturno da construção civil, na Lagoa Rodrigo de Freitas. Aparentemente não houve violência e não há causa aparente de morte; construa um texto a partir de marcas que caracterizam o estilo de pessoas famosas
Nossa Construção ficou assim:
Estilo Tirica
Oh gente, vou conta pro cês! Vinha andando pela rua, bem tranqüilo cantando: Florentina, Florentina, Florentina de Jesus, não sei se tu me amas, porque tu me seduz? Ai, vi o corpo de home – 40 anos mais ou menos – oh gente abestada, me informaram que não havia sinal de violência e que ele foi encontrado pelo vigia da construção .
Como eu não posso fazer nada..., saí cantando: Florentina, Florentina...

Estilo Lula
Companheiros e Companheiras
Hoje aconteceu um fato que afeta nossa categoria. O colega, vigilante da construção civil, em seu trabalho noturno, aliás ele já está recebendo o adicional noturno, encontrou o corpo de um companheiro, morto, na lagoa Rodrigo de Freitas. O sindicato mandou fazer uma sindicância. Quem der falta de um colega de mais ou menos 40 anos, pode nos informar. A verdade será apurada e os culpados serão punidos, doa a quem doer.

domingo, 31 de maio de 2009

FATO OU BOATO

A partir da dinamização do texto “Tango” cada grupo deverá criar um texto com outro ritmo.

FATO OU BOATO

T E Z * L U S T R O S A
E S T A T U R A * M E D I A N A
M I S T É R I O
P E L E * M A R R O M
E S P A N T O
S U S T O
T E R R O R
A V E R S Ã O
D E S E S P E R O
E X T R A T E R R E S T R E

REPERCURSÃO INTERNACIONAL, PROJEÇÃO TURÍSTICA, CONFLITO POLÍTICO:
NASA, ESA, UFÓLOGOS...
ANOS DEPOIS:
DE “PRINCESA DO SUL” PARA “ CIDADE DO E.T.”.

Equipe:
Érica, Sara, Raquel, Maria Regina, Nereida, Nilton

Criação de texto com palavras desconhecidas

OFICINA 05- TP 4– UNIDADE 16

Escreva um texto empregando estas palavras:


• muxuango
• hermeneuta
• vituperado
• defenestração
• perfunctório
• falácia
• ignóbil
• sibilino
• uxoricídio
• apoplexia

OBJETIVOS:
• Usar palavras fora do cotidiano do aluno;
• Despertar a curiosidade pelo uso do dicionário;
• Descobrir palavras novas.

Uma refeição catastrófica

No almoço, fui surpreendida com um muxuango mal passado no meu prato. Espantada, solicitei que a hermeneuta providenciasse um vituperado à milanesa. Horas depois, senti uma defenestração que drasticamente levou-me ao perfunctório. Se não fosse a falácia desembestada de minha irmã a me socorrer, provocaria um ignóbil sibilino.
Quase levada ao uxoricídio, meu diagnóstico foi: apoplexia crônica generalizada. Ufa! Agora já estou bem, pois sobrevivi a essa overdose de palavras sem sentido.

Equipe:
Érica, Sara, Raquel, Maria Regina, Nereida, Nilton

Re-escrita de texto

Texto 9- TP3- Unidade 9

Os dois garotos correram até a entrada da casa. "Veja, eu disse a você que hoje era um dia bom para brincar aqui." Disse Eduardo. "Mamãe nunca está em casa na Quinta feira", ele acrescentou. Altos arbustos escondiam a entrada da casa; os meninos podiam correr no jardim extremamente bem cuidado. "Eu não sabia que sua casa era tão grande", disse Marcos. "É, mas ela está mais bonita agora, desde que meu pai mandou revestir com pedras esta parede lateral e colocou uma lareira". Havia portas na frente e atrás e uma porta lateral que levava à garagem, que estava vazia exceto pelas três bicicletas com marcha, guardadas aí. Eles entraram pela porta lateral; Eduardo explicou que ela ficava sempre aberta para suas irmãs mais novas entrarem e saírem sem dificuldade.
Marcos queria ver a casa, então Eduardo começou a mostrá-la pela sala de estar. Estava recém pintada, como o resto do primeiro andar. Eduardo ligou o som: o barulho preocupou Marcos. "Não se preocupe, a casa mais próxima está a meio quilômetro daqui" gritou Eduardo. Marcos se sentiu mais confortável ao observar que nenhuma casa podia ser vista em qualquer direção além do enorme jardim.
A sala de jantar, com toda a porcelana, prata e cristais, não era lugar para brincar: os garotos foram para a cozinha onde fizeram um lanche.
Eduardo disse que não era para usar o lavabo porque ele ficara úmido e mofado uma vez que o encanamento arrebentara.
“Aqui é onde meu pai guarda suas coleções de selo e moedas raras”, disse Eduardo enquanto eles davam uma olhada no escritório. Além do escritório, havia três quartos no andar superior da casa.
Eduardo mostrou a Marcos o closet de sua mãe cheio de roupas e o cofre trancado onde havia joias. O quarto de suas irmãs era tão bonito quanto o de seus pais, que estava revestido de mármore, mas para ele era a melhor coisa do mundo.
Extraído do livro Texto e Leitor - Angela Kleiman traduzido e adaptado de Pitchert, J. & Anderson R. Taking different perspectivives on a story ( Kato,1995 p.57)

Atividade 1 – A partir do texto acima, cada grupo deverá re-escrevê-lo com a função de:

1- vender;
2- comprar;
3- roubar;
4- tombar;
5- alugar.

OBJETIVOS:

• Deixar livre a re-escrita do texto pelo aluno, não lhe impondo tipo ou gênero a serem seguidos;
• Deixar que o aluno trabalhe com o texto de modo intuitivo até que ele consiga chegar ao sistematizado;
• Deixar que o aluno observe aspectos que diferenciam o seu texto dos colegas;
• Trabalhar com os alunos os vários tipos e gêneros textuais a partir de seus conhecimentos.



A nossa equipe ficou com o item 4: tombar. Eis o texto:

Decreto lei nº. 2303/2009

Pelo presente decreto-lei nº. 2303/2009, fica estabelecido que o imóvel residencial situado na rua Judas Perdeu as Botas, nº. 0, no bairro Terra do Nunca, nesta cidade, tornando-se patrimônio público municipal, devido às suas características arquitetônicas e históricas que retratam a gênese deste município.
Ficam tombados também todos os objetos, móveis e utensílios nela contidos, os quais foram doados pela família do Sr. Comendador Capitão Gancho.
Institucionaliza-se, nesta data, o funcionamento, no local supracitado, do Museu Municipal Peter Pan Sininho da Silva.
Faz de Conta, 24 de março de 2009

Walt Disney
Prefeito Municipal


Equipe:
Érica, Sara, Raquel, Maria Regina, Nereida, Nilton

Os diferentes estilos

OFICINA 06- TP5 – UNIDADE 17
OBJETIVOS: A partir de uma notícia de jornal escrito, redigir como uma pessoa conhecida usaria para narrá-la.



Os diferentes estilos
Paulo Mendes Campos
Gênero: Jornalístico
Estilo: DATENA

É um absurdo!
Onde é que vamos parar?
A violência está demais!
Vejam só, mostra aí, põe a imagem.
Corpo de homem é encontrado na lagoa Rodrigo de Freitas.
É um absurdo!
Mataram o homem e jogaram lá ou ele foi morrer na lagoa?
Que absurdo!
O corpo foi encontrado pelo vigia de uma construtora à margem da lagoa.
Imaginem o susto do camarada. Onde é que vamos parar?
É um absurdo!

Equipe: Maria Regina Neves e Silva
Nilton Jose Pereira Carneiro

quarta-feira, 27 de maio de 2009

PRODUÇÕES DE TEXTOS - PROFESSORA ROSELI FERREIRA - ESCOLA MUNICIPAL JOÃO DE ABREU SALGADO-

Escreva um texto empregando estas palavras
muxuango
hermeneuta
vituperado
defenestração
perfunctório
falácia
ignóbil
sibilino
uxoricídio
apoplexia

A família de Sibilino
Estael Vilela Miranda 71

Flora era uma empregada muito ignóbil, não fazia nada e vivia reclamando do senhor Sibilino, seu patrão.
Sibilino era muito vituperado e trabalhava em um lindo perfunctório, todo enfeitado e decorado. Mas... Flora não gostava de seu Sibilino, preferia tomar um vidro de uxoricídio do que falar com ele.
Doce e meiga era a dona Falácia, mulher de Sibilino, a pobrezinha sofria de apoplexia e tinha de ir ao hermeneuta três vezes na semana, era mesmo uma família muito louca... Sibilino e Falácia eram mesmo um casal muito muxuango.
E Flora não deixava escapar se quer uma defenestração.



Uxoricídio do meu amor
João Pedro Silva 61

Hermeneuta, o sol se põe num
Lindo dia de verão.

Falácia e palácios se confundem no amanhã.

A lágrima brota ignóbil no meu peito
Como um punhal
É o uxoricídio da minha deusa do amor.

Na minha apoplexia viajo e crio
Mil fantasias e perfunctório
Do meu imenso vazio.

Muxuango, vejo nostálgico
a vida passar.

Desesperado e vituperado,
O apaixonado suspiro.

Agora penso que é o fim,
Descanso meu coração amargo
No sibilino
Sincero de um passado tão presente.


Sibilino vai ao médico
Marielem 61

Dona Falácia, é proprietária de uma fazenda perto da cidade de Hermeneuta. Ela mora com seu marido Sibilino que vive muxuango pelo cantos. Ele tem 93 anos e sofre de uma doença chamada apoplexia.
Certo dia, seu Sibilino estava passando muito mal com sua doença e desmaiou , acabou tendo uma defenestração. Foi até a cidade Hermeneuta, para consultar com o médico. Passado alguns minutos de conversa o médico lhe diz:
_____Você não teve nada, só foi um ignóbil perfunctório. Mesmo sabendo que não era só isso, sua esposa passou na farmácia e comprou o famoso remédio uxoricídio.
Passado quinze dias, seu Sibilino teve o retorno ao médico e o mesmo lhe disse que já estava vituperado, poderia ficar tranqüilo em sua fazenda com sua esposa e filhos....

Meu amigo ignóbil
Wesley de Mendonça. 72

Este meu amigo é muito ignóbil
Até para sua mãe Falácia
E seu pai Sibilino.

Se chama Muxuango
A mãe é também ignóbil,
O pai é perfunctório.

Uma vez tivemos defenestração,
Ficamos muxuangos.

Minha mãe era hermeneuta
E estava cuidando do machucado de Falácia
Papai tinha apoplexia.

Meu amigo parou de ser ignóbil
A mãe de Muxuango foi vituperada
E seu pai foi vítima de uxoricídio.

Ignóbil
Ygor Oliveira Martins 71

Ignóbil, um hermeneuta,
tratava de Sibilino,
que tinha falácia
E apoplexia.

Todo vituperado
Tinha que usar uxoricídio
E depois apareceu muxuango,
Foi para o perfunctório
E para piorar defenestração teve.

terça-feira, 26 de maio de 2009

TP3 - UNIDADES 10,11 E 12

3ª oficina – 4h
Troca de idéias
Troca de materiais
Orientações do portfólio
Unidade 10 e 11 – TP3

TP3
Socialização das atividades – UNIDADE 10
Comentário de TP

Definem-se tipos textuais pela forma em que as informações são organizadas nos textos; pela predominância das categorias gramaticais que levam o leitor/ouvinte a compreender o texto. Estas estruturas lingüísticas servem de “pistas” para a construção da significação textual: uma seqüência descritiva pode ser comparada a um retrato, ou uma pintura; uma seqüência narrativa pode ser comparada a um filme.
Nas seqüências descritivas, a ordenação dos fatos ou episódios não é relevante. As seqüências narrativas, ao contrário, caracterizam-se justamente pela “evolução” dos fatos, pela mudança de estado, pelas relações de conseqüência.
Como os tipos costumam aparecer mesclados nos textos empíricos, às vezes, torna-se difícil distinguir as seqüências exatamente; só pelo reconhecimento da predominância de um dos tipos, com uma leitura global do texto, é que isso se torna possível.

TRABALHANDO COM GÊNEROS TEXTUAIS

“Quando dominamos um gênero textual, não dominamos uma forma lingüística e sim uma forma de realizar lingüisticamente objetivos específicos em situações sociais particulares.” L. A. Marcuschi
Tanto os textos considerados literários, quanto os não-literários, são assim classificados por um conjunto de fatores que não podem ser considerados isoladamente.
Dependendo da função maior que um texto exerce na interação, sua classificação pode variar. Nem o tema, nem a maneira de organizar e explorar o vocabulário podem, por si só, justificar uma classificação.
Os textos considerados literários põem, em geral, em relevo o plano da expressão, da sonoridade, do jogo de imagens, mas a definição do que seja texto literário, ou poético, pode variar, segundo as escolas literárias. Em geral, os textos não-literários (funcionais ou utilitários) têm como finalidade
maior a informação e, por isso, aspectos estéticos da linguagem – ou a exploração do plano sonoro ou da linguagem figurada – são considerados em segundo plano.

Unidade 11


UNIDADE 11 – TIPOS TEXTUAIS

O tipo narrativo apóia-se em fatos, personagens, tempo e espaço. Relata mudanças de estado entre os fatos ou episódios, seja marcando essas mudanças nos tempos verbais ou não. Além disso, há uma relação de anterioridade e posterioridade entre os fatos narrados e, freqüentemente, esses fatos mantêm entre si uma relação de causa e efeito. Por isso, muitas vezes, a ordem em que se enuncia os fatos é relevante para a seqüência narrativa.
O tipo descritivo enumera aspectos, físicos ou psicológicos, em simultaneidade.
Nenhum dos fatos, ou informações, é necessariamente anterior a outro. Por isso, a inversão na ordem dos enunciados não altera a “imagem” que a descrição constrói.

Seqüências tipológicas injuntivas ou instrucionais têm por objetivo instruir o leitor/ ouvinte sobre alguma coisa. Por isso, as formas verbais mais freqüentemente empregadas estão no modo imperativo. Por delicadeza, para utilizar uma linguagem mais polida, a intenção de ordem pode ser expressa por perguntas ou por incentivos a alguma ação. O importante é que seqüências instrucionais caracterizam-se por fazer o interlocutor executar alguma ação. A ordenação das ações, por isso, pode ser relevante e a seqüenciação entre os enunciados pode corresponder a uma conexão necessária entre os atos a executar.
Seqüências preditivas têm por objetivo fazer o leitor/ouvinte acreditar em um estado de coisas que ainda está para acontecer. Por isso, predominam os verbos nos tempos futuros e os conectores lógicos não são importantes. Pode-se perceber, formalmente, uma semelhança com a descrição de uma situação futura: uso de verbos de estado e de frases nominais.
Como acontece com os demais tipos textuais, o mais freqüente é a ocorrência das seqüências instrucionais e preditivas mescladas a outros tipos textuais, muitas vezes como parte de outros tipos predominantes.

OBJETIVOS DA UNIDADE 11

1- Caracterizar seqüências tipológicas narrativas e descritivas;
2- Caracterizar seqüências tipológicas injuntivas e preditivas;
3- Caracterizar seqüências tipológicas expositivas e argumentativas como dois aspectos do tipo dissertativo.


4ª oficina – 4h
TP3 UNIDADE 12
RELATÓRIOS
OBJETIVOS DA UNIDADE 12

1- Identificar as diferenças e semelhanças na organização dos textos utilizados em diversos contextos de uso lingüístico;
2- Relacionar gêneros textuais e competência sociocomunicativa;
3- Identificar características que levam à classificação de um gênero textual.


Unidade 12-
A inter-relação entre gêneros e tipos textuais.

Os critérios de definição para gêneros textuais incluem, além do plano composicional – ou das estruturas lingüísticas –, fatores “exteriores” ao texto: os objetivos, os interlocutores, as relações sociais entre eles, a formalidade e as exigências da situação, etc. Esses fatores são historicamente construídos e , apesar da aparente liberdade na construção dos gêneros, o falante mais atende a “direcionamentos” culturais para suas escolhas do que faz, de fato, valer seu arbítrio.
Os tipos textuais, definidos pela predominância das características lingüísticas, compõem o plano composicional dos gêneros: aparecem na forma de organização do texto. Podem servir também como parte da classificação dos gêneros quando são necessários ou ocorrem com muita freqüência em um ou outro.
De qualquer maneira, é inevitável a articulação entre gêneros e tipos, pois nestes se constróem lingüisticamente aqueles.

ATIVIDADE

Formação de 4 grupos de trabalho
leitura e discussão dos textos
levantamento das características dos tipos e dos gêneros
Fazer uma proposta de trabalho usando os textos da TP3 Unid 12 (recriação de texto).

ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA -,TRÊS PONTAS- MG

domingo, 24 de maio de 2009

FOTOS ALUNOS- ESCOLA MUNICIPAL JOÃO DE ABREU SALGADO TRÊS PONTAS-MG

PROFESSORA ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA


PROFESSORA FLÁVIA DIXINI SILVA


PROFESSORA IRENE

FOTOLS ALUNOS- ESCOLA MUNICIPAL JOÃO DE ABREU SALGADO

PROFESSORA ROZANA MARIA FIGUEIREDO TAVARES ASSALIM


PROFESSORA IRENE

Produções de Textos - professora ROZANA MARIA FIGUEIREDO TAVARES ASSALIN - ESCOLA MUNICIPAL JOÃO DE ABREU SALGADO - TRÊS PONTAS- MG

Escreva um texto empregando estas palavras
muxuango
hermeneuta
vituperado
defenestração
perfunctório
falácia
ignóbil
sibilino
uxoricídio
apoplexia

Visita ao médico

Hermeneuta, muito preocupada com seu filho, disse ao médico:
___Nossa, doutor Sibilino, não sei o que eu faço com meu filho, ele anda tão muxuango....
___Farei uma defenestração em seu filho e vou descobrir o que há de errado. __ Disse o doutor Sibilino. Minutos depois, o doutor vem com o resultado.
____Dona Hermeneuta, seu filho tem um perfunctório problema de intestino e uma ignóbil apoplexia.
____Mas, doutor, ele terá que tomar algum remédio?
____Sim, disse Sibilino,__ele terá que tomar uxoricídio a cada uma hora e evitar alimentos que contenham falácia. A mãe preocupada perguntou:
___Meu filho vai melhorar?
___Sim. __respondeu Sibilino __ ele ficará saudável e completamente vituperado.

SABRINA DOS SANTOS MOURA TURMA :81


O cara

Ele é aquele cara
Que chega em casa muxuango,
Chutando a hermeneuta
E assume que é vituperado.

Só podia ser um desses caras
Que sussurra como ignóbil
Se fingindo de Sibilino
E dá uma defenestração.

Ele é daquelas pessoas
Que só pensam em falácia
Endoidando como uma apoplexia
Sempre arrumando perfunctório
E chorando por um uxoricídio
Pois para ele
Tudo é esquisito.

JEAN PEREIRA DE SOUZA – TURMA 81


Tudo por uma festa

Marina, era uma garota de 15 anos, loira, dos olhos claros e muito extrovertida.
Num certo dia Marina foi convidada para uma festa, disseram que seria a festa do ano. Marina logo aceitou o convite, mas pensou:__ e agora, será que os meus pais vão me deixar ir?
A mãe de Marina era muito legal, mas seu pai era um tremendo muxuango. Ele se chamava Sibilino e sua mãe Maria Rosa.
Chegando em casa, Marina disse: __Mãe, pai, vou em uma festa sábado. Nem acabou de falar seu pai já estava na sala todo vituperado e disse:
__Minha filha, tá pensando que você é dona de si mesma? E pra interar chega seu irmão Gustavo, um ignóbil de primeira e logo começou a dizer:
___Pai, deixa mesmo não, ela é muito vacilona. Marina estava com vontade de matá-los. E para atrapalhar mais ainda chega a vizinha, a dona Falácia, uma mulher muito hermeneuta.
A situação de Marina estava cada vez pior.
Sua avó, uma idosa apoplexia, nem sabendo do assunto já queria dar uma de durona.
Enfim chega sua mãe toda perfunctória e já foi saindo sem dizer nada.
Marina pensou, se toda vez que houver festa for esta defenestração aqui em casa é melhor eu nem ir. Marina disse com uma voz alterada: ___ Pode parar com esse uxoricídio aqui em casa, já decidi que não vou em festa nenhuma.
Como vocês viram, a família de Marina era muito complicada, começaram a discutir porque agora ela não iria a festa mais.
Que família, heim ?!

Uma história para refletir

Pedro era um homem muxuango de 42 anos, muito ignóbil que interpretava tudo a hermeneuta. Vivia vituperando todo mundo porque estava sempre alcoolizado.
Tinha um filho e uma filha: Felipe e Maria Eduarda. Felipe, 5 anos com uma capacidade de falácia, parecia até um sibilino. A maioria das pessoas achavam interessante um garotinho falando daquele jeito. Maria Eduarda, 08 anos, tinha uma apoplexia e sua mãe Rafaela sempre muito preocupada com a menininha. Mas tudo era perfunctório e o médico disse que iria passar.
Num belo dia, Pedro já tinha bebido, chegou dizendo que queria defenestração e jogou todos os remédios de Maria Eduarda fora porque já tinha gastado muito com aquilo e não via resultado.
Pedro estava tão bêbado que acabou cometendo mais que uma bobagem. Cometeu uxoricídio e logo morreu. Deixou os dois filhos órfãos de pai e mãe, sem ninguém para amá-los e ajudá-los.
Esta é uma história de ficção, mas que em muitas realidades isso já aconteceu em muitas famílias.
Então antes de se alterar com bebidas alcoólicas, pense em suas atitudes. Porque seus filhos ou sua família podem estar correndo perigo.

LETÍCIA AMÂNCIO DA SILVA TURMA 81


A família

Era uma vez uma família ignóbil e tudo o que ela tinha era vituperado. Esta família também tinha defeitos: tinha muita falácia e seus componentes eram muxuangos porém, uma família normal.
Tinham um tio que sofria de apoplexia e parecia um sibilino que havia cometido um uxoricídio e todos viviam com medo desse tio.
Um dia apareceu na casa dessa família querendo mata-los. Chamaram a polícia e fizeram com ele uma defenedsração nada hermeneuta.
Foi preso e sua rotina voltou a ser perfunctória.
Colocando o significado correto das palavras no texto

A família


Era uma vez uma família nada nobre e tudo o que ela tinha era conquistado com dureza. Esta família também tinha defeitos: falavam muito e seus componentes eram caipiras, porém, uma família normal.
Tinham um tio que sofria de perturbação neurótica e parecia um bruxo que havia matado sua mulher e todos viviam com medo dele.
Um dia apareceu na casa dessa família querendo matá-los. Chamaram a polícia que chegando o jogou pela janela sem saber o sentido. Foi preso e sua rotina voltou ao normal.

RUDIER MARTINS DALIÃO TURMA 81

sexta-feira, 22 de maio de 2009

O Gestar II para mim foi uma surpresa, um projeto que saiu da simplicidade e caiu numa realidade não esperada. No encontro em Belo Horizonte fiquei muito preocupada com sua dimensão, mas aos poucos as coisas foram se encaixando, acredito em sua qualidade, sua especificidade proporciona aos cursitas interação, socialização e reflexão de suas experiências e práticas pedagógicas.
Ao iniciarmos o nosso encontro, li uma poesia que falava sobre Deus , em agradecimento a Ele por nos permitir mais um momento de estudos e crescimento intelectual. Em seguida, iniciamos as atividades de estudo a partir da Unidade 09 - Gêneros Textuais: do intuitivo ao sistematizado.

1ª Oficina - 4h
Abertura oficial do programa
Apresentação dos Professores
Momento motivacional
Entrega do Material
Análise do Material, junto ao cursista.

2ª Oficina - 4h

Explicação da metodologia do curso, da proposta pedagógica, das adequações curriculares feitas pelos professores, de que isso é um material a mais e não substitui outros que já forem adotados na escola.
Explicar a dinâmica das oficinas;
O trabalho que cada um deverá executar;
Explicar o Projeto de 40h que será apresentado nas oficinas de avaliação.

RELATÓRIO PRIMEIRA REUNIÃO- ABERTURA

Após a cerimônia de abertura, os cursistas tiveram o primeiro contato com o material e escolhidas as primeiras atividades do TP3 (dever de casa).


SEGUNDA REUNIÃO

Conduzimos o estudo por meio da leitura e discussão dos tópicos e atividades (exercícios) propostos pelo TP3 - "Teoria e Prática 3". Os cursistas colocaram seus pontos de vista e houve uma interação entre todos na discussão dos temas estudados. Na 1a. parte do encontro, que aconteceu antes do intervalo para o lanche, desenvolvemos as seções 1, 2 e 3, da Unidade 09. depois o restante da unidade 09.

Os cursistas estão animados. Já tirei fotos e os alunos empolgados com as atividades diferenciadas.

ROSELI FERREIRA - TRES PONTAS- MG
Achei este video de uma sensibilidade !
desperta o orgulho de ser mineiro...
lindo!
Espero que tambem gostem...
video

sexta-feira, 8 de maio de 2009

atividades realizadas na primeira semana do curso

PROGESTO GESTAR – FORMAÇÃO DE FORMADORES

Atividade 1 – A partir do texto 9 da TP3, unidade 9 foi proposto uma reescrita do texto, fomos divididos em grupo e coube aos nosso fazer um texto com a função de alugar a casa. Nossa equipe optou por construir um classificado que ficou assim:
Aluga-se Casa
Sala de estar, sala de jantar, dois quartos, uma suíte com closet, escritório, cozinha, dois banheiros, jardim bem cuidado, pintura renovada em lugar nobre e reservado. Contato Imobiliária Gestar (61)88242488
O trabalho foi realizado pelos colegas: Lilian Silva Sales, Rosângela Arlinda Estanislau, Vanessa Maria Evangelista, Fabiana de Oliveira Gomes Assis, Solange Sabino Palazzi e Antônio Calazans da Silva.
-----------------------------------

atividades realizadas na primeira semana do curso

quinta-feira, 30 de abril de 2009

PROPOSTA DE REDAÇÃO


Após a leitura do texto O homem nu de Fernando Sabino, localize no mesmo o trecho que se inicia a partir de: “Era a velha do apartamento vizinho...” Imagine que, em vez de uma “velha” aparecesse um outro morador. Cabe-lhe, então, reescrever a história a partir daí de modo que a mesma continue terminando com: “Não era; era o cobrador da televisão”.
Na criação desta personagem escolha uma que possibilite a exploração do perfil irônico, cômico, trágico, inocente, etc.

O HOMEM NU
Ao acordar, disse para a mulher:

__ Escuta, minha filha: hoje é dia de pagar a prestação da televisão, vem aí o sujeito com a conta, na certa. Mas acontece que ontem eu não trouxe dinheiro da cidade, estou a nenhum.
__ Explique isso ao homem__ ponderou a mulher.

Não gosto dessas coisas. Dá ar de vigarice, gosto de cumprir rigorosamente as minhas obrigações. Escuta: quando ele vier a gente fica quieto aqui dentro, não faz barulho, para ele pensar que não tem ninguém. Deixa ele bater até cansar ¾ amanhã eu pago.
Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão. Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém. Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento.
Aterrorizado, precipitou-se até a campainha e, depois de tocá-la, ficou à espera, olhando ansiosamente ao redor. Ouviu lá dentro o ruído da água do chuveiro interromper-se de súbito, mas ninguém veio abrir. Na certa a mulher pensava que já era o sujeito da televisão. Bateu com o nó dos dedos:
__ Maria! Abre aí, Maria. Sou eu ¾ chamou, em voz baixa.
Quanto mais batia, mais silêncio fazia lá dentro.
Enquanto isso, ouvia lá embaixo a porta do elevador fechar-se, viu o ponteiro subir lentamente os andares ...
Desta vez, era o homem da televisão!
Não era. Refugiado no lanço da escada entre os andares, esperou que o elevador passasse, e voltou para a porta de seu apartamento, sempre a segurar nas mãos nervosas o embrulho de pão:
__ Maria, por favor! Sou eu!
Desta vez não teve tempo de insistir: ouviu passos na escada, lentos, regulares, vindos lá de baixo... Tomado de pânico, olhou ao redor, fazendo uma pirueta, e assim despido, embrulho na mão, parecia executar um ballet grotesco e mal ensaiado. Os passos na escada se aproximavam,, e ele sem onde se esconder. Correu para o elevador, apertou o botão. Foi o tempo de abrir a porta e entrar, e a empregada passava, vagarosa, encetando a subida de mais um lanço de escada. Ele respirou aliviado, enxugando o suor da testa com o embrulho do pão. Mais eis que a porta interna do elevador se fecha e ele começa a descer.

__ Ah, isso é que não! __ fez o homem nu, sobressaltado.
E agora? Alguém lá embaixo abriria a porta do elevador e daria com ele, em pêlo, podia mesmo ser algum vizinho conhecido... Percebeu, desorientado, que estava sendo levado cada vez mais longe de seu apartamento, começava a viver um verdadeiro pesadelo de Kafka, instaurava-se naquele momento o mais autêntico e desvairado Regime do Terror.
__ Isso é que não__ repetiu furioso.
Agarrou-se à porta do elevador e abriu-a com força entre os andares, obrigando-o a parar. Respirou fundo, fechando os olhos, para ter a momentânea ilusão de que sonhava. Depois experimentou apertar o botão do seu andar. Lá embaixo continuavam a chamar o elevador.
Antes de mais nada: "Emergência: parar". Muito bem. E agora? Iria subir ou descer? Com cautela desligou a parada de emergência, largou a porta, enquanto insistia em fazer o elevador subir. O elevador subiu.
__ Maria! Abre esta porta! __ gritava, desta vez esmurrando a porta, já sem nenhuma cautela. Ouviu que outra porta se abria atrás de si. Voltou-se, acuado, apoiando o traseiro no batente e tentando inutilmente cobrir-se com o embrulho de pão. Era a velha do apartamento vizinho:
__ Bom dia, minha senhora __ disse ele, confuso, __ Imagine que eu ...
A velha, estarrecida atirou os braços para cima, soltou um grito:
__ Valha-se Deus! O padeiro está nu!
E correu ao telefone para chamar a radiopatrulha:
__ Tem um homem pelado aqui na porta!
Outros vizinhos, ouvindo a gritaria, vieram ver o que se passava:
__ É um tarado!
__Olha, que horror!
__ Não olha não! Já pra dentro, minha filha!
Maria, a esposa do infeliz, abriu finalmente a porta para ver o que era. Ele entrou como um foguete e vestiu-se precipitadamente, sem nem se lembrar do banho. Poucos minutos depois, restabelecida a calma lá fora, bateram na porta.
__ Deve ser a polícia __disse ele, ainda ofegante, indo abrir.
Não era: era o cobrador da televisão.
Fernando Sabino
ABRAÇOS: ROSELI FERREIRA

segunda-feira, 20 de abril de 2009

RECONTANDO UM CONTO DE FADAS


JUSTIFICATIVA - Alguns alunos pouco conhecem dos clássicos contos de fada . Através da leitura de livros da biblioteca da Escola que contenham essas histórias , primeiramente povoar a imaginação infantil com seus personagens e depois fazer com que cada aluno crie o seu conto de fadas, baseado em um dos contos lidos.

OBJETIVOS - Deseja-se que o aluno:
1- leia diferentes contos de fadas para observar os elementos que as estruturam , o foco narrativo e o ponto de vista do autor;
2- escolha um dos contos de fadas de seu agrado e reescreva-o do ponto de vista de um dos personagens, narrando-o em primeira pessoa. Poderá acrescentar fatos, informações, dando asas a sua imaginação.
3- ilustre-o a seu gosto.

PÚBLICO-ALVO - alunos de quinta à oitava séries. Sexto a nono anos.

DURAÇÃO - de seis a dez aulas, dependendo do desenvolvimento da classe.

MATERIAL UTILIZADO - livros de contos de fadas da biblioteca, papel almaço, lápis, caneta, papel sulfite, lápis de cor.

ESTRATÉGIAS -
1- O professor fará uma breve explicação sobre o que é um conto de fadas e citará os mais conhecidos.
2- Dividirá a classe em duplas e distribuirá um livro de conto de fadas, se possível diferente, para cada uma.
3- As duplas farão um rodízio de livros, para que todas leiam o maior número possível de contos.
4- Cada dupla escolherá o conto com o qual quer trabalhar ,quem será o personagem que vai contar a história e dirá para a classe. Por exemplo: a história de Branca de Neve contada por um anão; a história de João e Maria contada pela bruxa, etc.
5- Os dois componentes da dupla elaborarão juntos o texto, que será escrito numa folha de papel almaço. Poderão ser acrescentados fatos, personagens, de acordo com o gosto e a criatividade dos alunos. O narrador-personagem poderá intervir na história.
6- O professor corrigirá o texto , que deverá ser passado em folhas de papel sulfite em formato de livrinho. As ilustrações serão feitas de acordo com a vontade da dupla.

AVALIAÇÃO
TEXTO
Autores - Glauco Marcelo Bussacarini
Otávio Nogueiro.

I CAPÍTULO

Eu sou um velho ratinho e vou lhes contar uma história muito apreciada no mundo inteiro e que aconteceu quando eu era muito jovem.
Num maravilhoso e imenso castelo na Terra das Abóboras, havia um rei, uma rainha e sua filha única chamada Cinderela. Já do outro lado da Terra das Abóboras, havia um reino, a Terra das Bananas. Lá havia um príncipe solitário, que seu sonho era se casar com uma linda princesa.
Acontece que esses dois reinos viviam em guerra e a expectativa de vida era baixa, porque a alimentação era deficiente e baseada em abóbora, em um reino e em bananas, no outro.
Um dia, a mãe de Cinderela morreu e seu pai resolveu se casar com outra mulher que tinha duas filhas. Dois meses depois que o pai de Cinderela tinha casado, ele morreu a madrasta a fez de escrava. Eu via isso tudo com muita tristeza.
Na Terra das Bananas, o príncipe continuava sozinho e guerreando com o outro reino, até que um dia ele resolveu dar um baile para escolher uma esposa que vivesse em seu reino.

II CAPÍTULO

As moças do reino das Abóboras ficaram sabendo da festa e as duas filhas da madrasta de Cinderela resolveram ir escondidas, porque a festa seria realizada no reino que estava em guerra com o seu.
Chegou o dia do baile e todas as moças da Terra das Abóboras compareceram. As duas filhas da madrasta e ela foram, sem dizer nada à Cinderela, como haviam combinado.
Quando Cinderela acabou o seu serviço, procurou a madrasta pelo castelo , mas não a encontrou e foi olhar no calendário. Nele estava marcado o dia e a hora da festa no outro reino.
Ela entendeu tudo e começou a chorar, porque além de nunca estar arrumada, nunca saíra do lado do fogão e ainda mais, por elas terem saído escondidas.
Quando estava chorando no canto da cozinha, apareceu uma fada que criou, num toque de mágica, um lindo vestido. Transformou uma abóbora em carruagem, quatro ratinhos em cavalos e eu, em cocheiro. Mas a fada advertiu que depois de dar a última badalada da meia noite, ela voltaria a ser o que era, uma escrava.


III CAPÍTULO

Cinderela também foi escondido ao baile. Chegando lá, com todas aquelas carruagens-banana, ela se destacou com a sua de abóbora.
Ela dançou com o príncipe, até começar o bater da meia noite. Ela saiu correndo, mas tropeçou na escada, deixando o seu sapato de cristal por lá.
No dia seguinte, o príncipe chateado, mandou que experimentassem aquele pequeno sapato de cristal em todas as moças da Terra das Bananas. O resultado foi que não acharam nenhum moça no reino, até que afirmaram terem visto uma carruagem-abóbora no estacionamento do castelo.
O príncipe muito esperto deduziu o mistério e também mandou que experimentassem o sapato no reino das Abóboras.
O sapato não ia servir em nenhuma moça, porque ninguém daquele reino tinha ido ao baile. Mas o príncipe mandou que experimentassem em todas as moças, até nas escravas e foi então que ele achou a dona do sapato, aquela moça que vivia sempre suja, Cinderela.
A madrasta e suas filhas morreram de inveja , o príncipe e Cinderela se casaram. Como as pessoas morriam com pouca idade, tanto em um reino como no outro por causa da deficiência na alimentação, o casal resolveu juntar bananas com abóboras para que as pessoas comessem mais vitaminas e não morressem tão cedo.
Com essa sábia decisão, a guerra terminou e , depois de ter me transformado em ratinho novamente, fui eleito conselheiro real do Reino de Abobanana.
Maria Waldete de Oliveira
ABRAÇOS:
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA - TRÊS PONTAS - MG

ATIVIDADE MUNDO DOS OBJETOS

ATIVIDADE QUE SERÁ APLICADA COM NOSSOS ALUNOS AQUI EM TRÊS PONTAS ESTA SEMANA.

MUNDO DOS OBJETOS
(atividade semelhante ao" Mundo Maluco")

OBJETIVOS
- desenvolver a criatividade;
- juntar personagens diferentes num só texto, dando a ele seqüência e coerência;
- incentivar a participação e o trabalho em grupo.

CLASSES ENVOLVIDAS
quintas , sextas e sétimas

MATERIAL UTILIZADO
caderno
caneta
lápis
borracha
papel sulfite
papel almaço
lápis de cor

DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE
1- Reunir os alunos em grupos de 3 ou 4 participantes.
2- Por escolha particular ou por sorteio, cada aluno do grupo escolherá um objeto
3- Cada aluno, em seu caderno de Português, desenhará o seu objeto.
4- Numa folha de papel sulfite, o aluno desenhará o seu objeto , transformando-o em personagem, dando-lhe características humanas. Se desejar, poderá dar-lhe alguma característica "maluca" .
5- Depois de todos os desenhos do grupo já prontos, os alunos os colocarão sobre as suas carteiras, para que o restante do grupo analise-os e observe bem as características.
6- Baseando-se nas características dos personagens, os elementos do grupo juntarão todos numa aventura. O texto deverá iniciar-se por uma descrição dos personagens e depois passará para a narrativa de uma aventura envolvendo todos. Durante a narrativa, os personagens deverão usar alguma de suas características , talvez para resolver algum problema na aventura.
7- Desenhar uma capa para o trabalho, de acordo com as características dos personagens e se possível, ilustrá-la com alguma cena da aventura.
8- Se algum aluno faltar durante a elaboração do texto, ou não participar ativamente disso, ele deverá fazer um texto sozinho.

AVALIAÇÃO
- coerência textual
- seqüência lógico-temporal
- personagens agindo de acordo com suas características
- participação no grupo
BEIJOS:
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA - TRÊS PONTAS- MG

domingo, 5 de abril de 2009

OFICINAS REALIZADAS DE 23 A 27/03/09 PROFESSORA DOUTORA ORMEZINDA MARIA RIBEIRO - AYA

GESTAR II -BELO HORIZONTE


OFICINA 06- TP5 – UNIDADE 17


DIFERENTES ESTILOS - Tipo: Narração ( Estilo Sílvio Santos)


Gênero: Jornalístico



OBJETIVOS: A partir de uma notícia de jornal escrito, redigir como uma pessoa conhecida usaria para narrá-la.

AH!AH!RI!RI!. Você já sabe Lombardi, a tragédia que aconteceu próximo à sua casa hoje? Foi encontrado um corpo de um homem na lagoa Rodrigo de Freitas de mais ou menos 40 anos. Quem o encontrou foi um vigia. E o que ele tinha no bolso? Um carnê do baú e ele ganhou, ele ganhou, ele ganhou. O que ele ganhou auditório? Um lugar no paraíso.
GRUPO 1:
CARLA APARECIDA FERREIRA – SERRA DA SAUDADE
NOEME DOS SANTOS SOARES SILVA – SÃO JOSE DA LAPA
REGINA CÉLIA ANGÉLICO LACERDA – SÃO JOSÉ DA LAPA
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA – TRÊS PONTAS
SIDINÉIA APARECIDA BORBA- SENADOR AMARAL
TEREZINHA APARECIDA DE ARAÚJO COSTA - ABAETÉ

Os Diferentes estilos

OFICINAS REALIZADAS DE 23 A 27/03/09
PROFESSORA DOUTORA ORMEZINDA MARIA RIBEIRO - AYA
GESTAR II -BELO HORIZONTE

OFICINA 06- TP5 – UNIDADE 17

DIFERENTES ESTILOS

Tipo: Narração ( Estilo Faustão)
Gênero: Jornalístico

OBJETIVOS: A partir de uma notícia de jornal escrito, redigir como uma pessoa conhecida usaria para narra-la



Orra meu, você que ta aí esparramado no sofá, na casa da sogra depois de ter filado aquela macarronada de domingão, mostrando aquela barriga de tanto chopp e coçando o saco porque não troca a cueca faz dias, presta atenção nesta notícia que será dada pela mais competente jornalista do país, a mãe dos trigêmeos mais famosos e casada com o espetacular galã do jornalismo da Globo, a minha amiga Fátima Bernardes.
E aí Fátima, conta este furo de reportagem que só uma empresa com esta e da qualidade que tem pode trazer em primeira mão para nossos telespectadores.
Orra meu! Que absurdo acontecer uma tragédia dessas num país como nosso... encontrar morto na Lagoa Rodrigo de Freitas um cara de mais alta personalidade como este, gente de caráter como este, meu, são poucos.
Vê se esses políticos que estão aí, que nós colocamos lá, faz alguma coisa de descente para nosso país em vez de ficar gastando dinheiro com bobagem, com terno italiano.
Olha como a violência está crescendo cada vez mais no Rio, vamos acabar com isso.
E mais, foi um vigia que encontrou essa fera boiando na lagoa e chamou a polícia que até agora não prestou esclarecimentos para a população.
Esse aí não conseguiu nem se virar nos trinta e segue as vídeo-cassetadas.




Grupo 03:
Edmara G. A. Melo – Três Corações
Elaine da Paixão - Santa Bárbara
Mariana
Márcia Regina Lelles – São Sebastião do Paraíso
Neusa Machado Pena – Pirapetinga
Osmarli Emília Silva - Três Corações

Palavras Desconhecidas

OFICINAS REALIZADAS DE 23 A 27/03/09
PROFESSORA DOUTORA ORMEZINDA MARIA RIBEIRO - AYA
GESTAR II -BELO HORIZONTE

OFICINA 05- TP 4– UNIDADE 16

Gêneros: Carta e paródia

OBJETIVOS: Usar palavras fora do cotidiano do aluno
Despertar a curiosidade pelo uso do dicionário.
Descobrir palavras novas

MEU CARÍSSIMO AMOR,
Hoje, faz anos que você se foi e eu estando na mais profunda apoplexia, sinto-me ainda seu muxuango no vituperado corpo.
A minha defenestração ao sentir sua falta me deixa hermeneuta, ignóbil de tanta saudade.
Desde o seu perfunctório, tudo o que era sibilino em minha vida rompeu-se.
Lembro-me ainda da sua falácia imponente, mas nem a saudade, a distância e a traição farão com que eu cometa uxoricídio.
Meu amor será infinito. Para sempre sua...
Apaixonildoscópia Curtindo Fossa.


CANÇÃO DA CONFUSÃO

Minha terra tem muxuango
onde moram os hermeneutas
a falácia que em Brasília acontece
não acontece cá nas Minas das Gerais.

Não permita Deus que o uxoricído político
nem a defenestração que arrasa o país
me faça parar lá.

No meu solo ignóbil,
Sibilinos, sarneyinos, collorcinios, valerinios
não entram mais,
a apoplexia que lá existe, jamais infectará cá
pois em Minas o povo pefunctório sempre vituperará.

Grupo 03:
Edmara G. A. Melo – Três Corações
Elaine da Paixão - Santa Bárbara
Mariana
Márcia Regina Lelles – São Sebastião do Paraíso
Neusa Machado Pena – Pirapetinga
Osmarli Emília Silva - Três Corações

A invasão da pobreza nas cidades

OFICINAS REALIZADAS DE 23 A 27/03/09
PROFESSORA DOUTORA ORMEZINDA MARIA RIBEIRO - AYA
GESTAR II -BELO HORIZONTE

OFICINA 04- TP – UNIDADE 15

Tipo: Resposta pessoal, baseada em valores e percepção do mundo do aluno


OBJETIVOS: Elaborar perguntas sobre o texto com a finalidade de obter resposta pessoal, baseada em valores e percepção de mundo do aluno.

DIMENSÕES DO TEXTO


TEXTO BASE- A EXPANSÃO DA POBREZA NAS CIDADES
PÁGINA 136 e 137

PERGUNTAS

1- De acordo com seus conhecimentos, quais as conseqüências geradas pela expansão desgovernada dos grandes centros urbanos?

2- Para você, o que leva uma pessoa procurar pelos grandes centros urbanos?

3- Dê sua opinião sobre os problemas causados pelo êxodo rural na atualidade.







Grupo 03:
Edmara G. A. Melo – Três Corações
Elaine da Paixão - Santa Bárbara
Mariana
Márcia Regina Lelles – São Sebastião do Paraíso
Neusa Machado Pena – Pirapetinga
Osmarli Emília Silva - Três Corações

Plano de aula

OFICINAS REALIZADAS DE 23 A 27/03/09
PROFESSORA DOUTORA ORMEZINDA MARIA RIBEIRO - AYA
GESTAR II -BELO HORIZONTE

OFICINA 04- TP – UNIDADE 13

PLANO DE AULA – NARRADORES DE JAVÉ
TEMA: LÍNGUA VIVA
DIVESIDADE “COMO VER” E CONVIVER
OBJETIVOS:
Identificar dialetos, variantes lingüísticas da região.
Caracterizar a oralidade e a escrita como formas de comunicação.
Trabalhar a importância do letramento na sociedade em que vivemos.
Valorizar e respeitar a cultura e oralidade de um povo.
SÉRIE: 6° AO 9° anos
CARGA HORÁRIA: previsão de 09 (nove) aulas.

METODOLOGIA:
Selecionar músicas e fragmentos de textos que retratem o mesmo tema do filme a apresentá-los. (Zé Ramalho, Patativa do Assaré, Graciliano Ramos...)
Ouvir músicas sem a letra ou distribuir letras de músicas faltando letras para que os alunos completem com palavras que achem que serão adequadas ao contexto e depois passá-las para que possam fazer comparações.
Assistir ao filme sugerido Narradores de Javé.
Explorar fragmentos de obras pré-selecionadas.
Realizar a intertextualidade (música, filme e obras escritas).
Privilegiar o diálogo através de atividades coletivas.
RECURSOS: Som, cd, dvd, cópias dos fragmentos e músicas a serem trabalhados, pincéis, cartolinas, lâmina, retro-projetor, tv, data-show, folha de ofício.

FECHAMENTO:
Atividades avaliativas
Elaboração de texto utilizando dialetos da região onde mora.
Identificar neologismos presentes no filme e criar uma narrativa usando variantes lingüísticas.
Elaboração de um glossário de Javé.
Criar neologismos dentro de um contexto (a escolha ) para que os demais colegas descubram.
Painel de neologismos.
Criação de peça teatral baseando-se no filme, mas com dialeto da região.
Criação de paródia sobre o filme.

Grupo 03:
Edmara G. A. Melo – Três Corações
Elaine da Paixão - Santa Bárbara
Mariana
Márcia Regina Lelles – São Sebastião do Paraíso
Neusa Machado Pena – Pirapetinga
Osmarli Emília Silva - Três Corações

A Pesca

OFICINAS REALIZADAS DE 23 A 27/0309
PROFESSORA DOUTORA ORMEZINDA MARIA RIBEIRO - AYA
GESTAR II -BELO HORIZONTE

OFICINA 03- TP – UNIDADE 11
Tipo: Injuntivo
Gênero: Preditivo, instrutivo

OBJETIVOS: Reescrever o texto poético em prosa usando palavras do mesmo.
Reescrever o texto de acordo com o tipo narrativo, injuntivo, descritivo e dissertativo.
Identificar qual o gênero foi usado no texto reescrito.


PROSA E VERSO
TEXTO BASE: A PESCA (Affonso de Romano Sant’Ana)

HORÓSCOPO PARA PEIXESCADOR DE PLANTÃO
Você, meu amigo, pescador, pisciano que está com vontade de relaxar no seu barquinho , hoje, preste atenção para a previsão dos astros:
A junção de Vênus e Marte trará para você muita fartura na rede. Aproveite que a Lua Minguante deixará a maré baixa e,em silêncio, aproveite o dia.
Arme a sua vara, “a de pescar”, pegue a sua âncora e mergulhe-a na água azul espumante .
Tenha paciência, espere o tempo que for preciso e quando perceber que o aquelíneo foi fisgado pela boca , dê um arranco, mas sem ser estabanado para não perdê-lo.
Retire a agulha do rasgão feito na garganta do peixe, recolha o anzol, a linha e todo seu material de pesca .
Amarre seu barco, pegue o seu peixe, vá para a areia, curta o sol sob o céu azul anil e com uma boa skol redonda e gelada, saboreie o seu delicioso pescado.





Grupo 03:
Edmara G. A. Melo – Três Corações
Elaine da Paixão - Santa Bárbara
Mariana
Márcia Regina Lelles – São Sebastião do Paraíso
Neusa Machado Pena – Pirapetinga
Osmarli Emília Silva - Três Corações

Tango

OFICINAS REALIZADAS DE 23 A 27/03/09
PROFESSORA DOUTORA ORMEZINDA MARIA RIBEIRO - AYA
GESTAR II -BELO HORIZONTE

OFICINA 02- UNIDADE 10- TP 3
TANGO
Tipo: Narração
Gênero: Poesia
OBJETIVO: Elaborar texto em outro ritmo ou contexto observando texto TANGO
DESCOBERTA/ENCONTRO
EUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUEUE
?
VOCÊ
EU...............................................VOCÊ
EU VOCÊ
EU VOCÊ
EUVOCÊ
VOCÊEU
VEUOCE
NÓS
NÓS
NÓS
NÓS
NÓS
VOCÊ + EU
EU+ VOCÊ
COMPANHEIRIMO
RESPEITO À
INDIVIDUALIDADE
AMOR
=
NOSSA FAMÍLA, UNIDA E FELIZ
Grupo 03:
Edmara G. A. Melo – Três Corações
Elaine da Paixão - Santa Bárbara
Mariana
Márcia Regina Lelles – São Sebastião do Paraíso
Neusa Machado Pena – Pirapetinga
Osmarli Emília Silva - Três Corações
OFICINAS REALIZADAS DE 23 A 27/03/09
PROFESSORA DOUTORA ORMEZINDA MARIA RIBEIRO - AYA
GESTAR II -BELO HORIZONTE

OFICINA 01- TP3 – UNIDADE 9


Tipo: Narração com uso da oralidade, gírias.
Gênero: Crônica (Estratégia de Roubo)

OBJETIVOS: Deixar livre a reescrita do texto pelo aluno, não impondo-lhe tipo ou gênero que devem ser seguidos.
Deixar que o aluno trabalhe com o texto de modo intuitivo até que ele consiga chegar ao sitematizado.
Deixar que o aluno observe aspectos que diferenciam o seu texto dos colegas.
Trabalhar com os alunos vários tipos e gêneros textuais a partir de seus conhecimentos.


IRMÃOS METRALHAS EM AÇÃO

-E aí véi? A área ta limpa?
-Tudo tranqüilo, nas quinta-feira ninguém em casa, hoje, até tem uns dois pirralhinho.
-E aí Cabeção, já investigamo tudo, véi. A casa é beleza, bairro que só tem bacana.
-A casa é distante de tudo, até os gambé chega dá pra faze limpa de boa.
- Tô vendo que cês tão de olho, já viram que é fácil entra mais vale a pena meu?
-Beleza, sangue bom, não tem vizinho por perto não e ainda é escondida entre as árvore e fica uma porta do lado sempre aberta.
-Tem muita coisa boa chefia, vamo faturá alto com a venda da tralha toda.
-Na garage tem três bike fera, na sala um som manero e na outra sala uma velharia que da grana. E ainda meu, o véi tem uma coleção de selos e moeda antiga de coleção. No quarto, tem cofre que deve ta cheio de grana e ouro.
-Cumé que vai ser o esquema então chefia?
-A gente vamo entrá então na próxima quinta depois do rango. Zoinho, ocê fica no jardim observando tudo, enquanto Mão Leve vai pro quarto abrir o cofre, Bocão pega as moeda e os selo e a velharia fica por conta do Mão Grande. Só temo dez minuto prá faze isto tudo, vê se num pisam na bola comigo não rapaziada, se não a chapa vai esquenta .
-E aí mano, esquece de mim não, to lá fora no carro de boa esperando pra nós zarpa fora.


Grupo 3:
Edmara G. A. Melo – Três Corações
Elaine da Paixão - Santa Bárbara
Mariana
Márcia Regina Lelles – São Sebastião do Paraíso
Neusa Machado Pena – Pirapetinga
Osmarli Emília Silva - Três Corações

Atividade 3 - TP4 –Unidade 13 – Plano de Aula

Filme: Narradores de Javé –
Uso social da língua oralidade X escrita
Tema: Tipologia textual – Narração
Público alvo : alunos do 9º ano
Carga horária: quatro h/aula
Objetivo: - Trabalhar a função social da língua e da escrita.
_ Compreensão do letramento.

Metodologia:- Exploração dos poemas de Patativa do Assaré, enfatizando a cultura regional e a importância da leitura e da escrita: linguagem formal e informal.
- Comparação das falas do Biá com as falas do povo da região.
- Exploração da regionalidade dos alunos.
Trabalhar as expressões das falas de Biá.

Recursos: Filme: TV ( cd-dvd ), telão, computador, xerox, quadro, giz.

Fechamento: produção de uma peça teatral inspirada no filme.


GRUPO 1:
CARLA APARECIDA FERREIRA – SERRA DA SAUDADE
NOEME DOS SANTOS SOARES SILVA – SÃO JOSE DA LAPA
REGINA CÉLIA ANGÉLICO LACERDA – SÃO JOSÉ DA LAPA
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA – TRÊS PONTAS
SIDINÉIA APARECIDA BORBA- SENADOR AMARAL
TEREZINHA APARECIDA DE ARAÚJO COSTA - ABAETÉ

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Atividade 3 - TP4 –Unidade 13 – Plano de Aula

Filme: Narradores de Javé

Tema: Tipologia textual – Narração

Público alvo : alunos da 7ª e 8ª série (8º e 9º ano)

Carga horária: 6 aulas de 50min

Objetivo: No final dos trabalhos, os alunos deverão ser capazes de identificar várias formas de informar o contexto do filme em diversas situações para diferentes ouvintes; elaborando textos diversos em gêneros orais e escritos.

Metodologia:
Motivação para despertar o interesse do aluno ( música regional “sobradinho”, variantes lingüísticas regionais);
Apresentação do filme;
Debate sobre o enredo do filme.

Atividades: 1- Como você, usando a variante lingüística adequada ao meio e gêneros textuais diversos, passaria a seguinte mensagem: “ Daqui alguns dias, a cidade de Javé terá que ser sacrificada em nome do progresso e benefício de todo o estado.”
Prováveis interlocutores: Matutos da região, prefeito e demais autoridades, crianças, adultos, idosos, representantes religiosos etc.

2- Oficina de paródias – contar o filme em forma de paródia.

Recursos: TV, DVD, filme, impressos diversos, caderno, cartolina, caneta, transparência, canetão, lápis de cor, folha de papel etc.

Fechamento - Produção: Elaboração do proposto no plano pelos alunos.


Grupo 2:

ü Andréa Cambraia
ü Betânia F.F. Silva Campos
ü Cleide Cristina de Queiroz Silva
ü Lucimar Barbosa Silva
ü Maria Estela dos Santos Ferraz
ü Simone Kátia da Silveira Gomes








Atividade 4 - TP4 –Unidade 16 – A Produção textual

Escrever um texto empregando estas palavras:
muxuango
hermeneuta
vituperato
defenestração
perfunatório
falácia
ignóbil
sibilino
uxoricídio
Apoplexia

Confusão Cheirosa

Passando por um perfunctório, conhecido por boticário na Avenida Afonso Pena, numa tarde de 12 de junho, ouvia-se uma falácia que ecoava aos quatro ventos. A apoplexia tomou conta do meu ser, de tão ignóbil que eram as palavras. A defenestração era tão grande que podia sentir o calor dos hermeneutas naquele muxuango que trouxe a polícia e os pais dos moços.
O noivo vituperado fedia a perfumaria que recebera da noiva, a qual percebera um sibilino entre ele e a balconista. Se não acodem a tempo, era possível que ocorresse um uxoricídio. Isso sim deixaria toda a cidade em total apoplexia.
Moral da história – Em briga de quase marido e mulher ninguém mete nada...


Grupo 2:

ü Andréa Cambraia
ü Betânia F.F. Silva Campos
ü Cleide Cristina de Queiroz Silva
ü Lucimar Barbosa Silva
ü Maria Estela dos Santos Ferraz
ü Simone Kátia da Silveira Gomes

quarta-feira, 1 de abril de 2009

ATIVIDADE - TEXTO TANGO

A partir da dinamização do texto “Tango” cada grupo deverá criar um texto com outro ritmo

REVIRAVOLTAS DA VIDA

Mauricinho - Zé Maria
Bonitinho - desajeitado
Roupas da moda - roupas reaproveitadas
Esportes variados - peladas na rua
Carro do ano - lavador de carros
Escola particular - escola pública
Mulheres - mulheres
Baladas - estudo
Brigas - respeito
Drogas nas ruas - dança de rua
Cadeia - cultura
Advogado - Pró-Uni
Hábeas Corpus - Universidade
Universidade FFF(faltou)FFFFFFFFormando
Paciente: Dependente Químico - médico

Ao ver o nome do médico na receita do filho, o pai se lembra que este Zé Doutor é o mesmo que lavava os carros da família, e se pergunta: Em que permiti que meu filho se transformasse ......



MAURIINHO ZÉ MARIA

? ? ? ? ? ? ? ? Cheio de estrelas






GRUPO 1:CARLA APARECIDA FERREIRA – SERRA DA SAUDADE
NOEME DOS SANTOS SOARES SILVA – SÃO JOSE DA LAPA
REGINA CÉLIA ANGÉLICO LACERDA – SÃO JOSÉ DA LAPA
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA – TRÊS PONTAS
SIDINÉIA APARECIDA BORBA- SENADOR AMARAL
TEREZINHA APAREIDA DE ARAÚJO COSTA - ABAETÉ

TEXTO TANGO -

A partir da dinamização do texto “Tango” cada grupo deverá criar um texto com outro ritmo


Opostos


Na rua um som...
Passo indo
Ossap odniv
Olho no olho.

Ana Patricinha ? ? ? ? José sem frescura
Shopping ? ? feira
Suco natural ? conhaque
Carro importado ? ? ? ? bicicleta
Tênis Nike ? liberdade


Olhos – bocas – pés – tórax – seios – mãos

? ? ?
?
? POESIA ?
? ?
?

Um sino
Igreja Nossa Senhora do armo

P E J


Até que a vida os separe....


GRUPO 1:

CARLA APARECIDA FERREIRA – SERRA DA SAUDADE
NOEME DOS SANTOS SOARES SILVA – SÃO JOSE DA LAPA
REGINA CÉLIA ANGÉLICO LACERDA – SÃO JOSÉ DA LAPA
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA – TRÊS PONTAS
SIDINÉIA APARECIDA BORBA- SENADOR AMARAL
TEREZINHA APAREIDA DE ARAÚJO COSTA - ABAETÉ

TP4 - Atividade 11- Páginas 136 e 137

Elaborar uma pergunta clara e direta sobre o texto A expansão da pobreza nas cidades.

O que provocou o crescimento de algumas cidades brasileiras ?

GRUPO 1:

CARLA APARECIDA FERREIRA – SERRA DA SAUDADE
NOEME DOS SANTOS SOARES SILVA – SÃO JOSE DA LAPA
REGINA CÉLIA ANGÉLICO LACERDA – SÃO JOSÉ DA LAPA
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA – TRÊS PONTAS
SIDINÉIA APARECIDA BORBA- SENADOR AMARAL
TEREZINHA APAREIDA DE ARAÚJO COSTA - ABAETÉ

Atividade 3 - TP3 – Unidade 11 – Tipos textuais - Verso e Prosa

Reescrever o texto “A Pesca” (Afonso Romano de Sant’Ana) em prosa narrativa.

Saudades do veio Chico


__ Eta Senhor José, tempo bão aquele!
__Qual tempo?
__Aquele que o São Francisco dava peixe, uai?

Era assim a minha rotina...
Pegava o meu barquinho e toda aquela tralha de pesca logo de madrugadinha, para aproveitar bem o tempo e ver nascer o sol no céu azul, azul como anil.
”E trem bão, aquele silêncio do rio, do veio Chico. “
Não aguardava muito tempo no silêncio para não espantar o peixe, e já sentia o anzol na garganta, a âncora afundava e lá estava o peixe. Era preparar para o arranco e sentir o rasgão. E novamente a agulha vai vertical e como um ribeirinho mergulha.
A água é aberta. É aberta a chaga do Chico, aberto o anzol. É só aproveitar a visão da água, a linha do horizonte, a espuma que é a baba do sono do rio. Era maior vitória, tirar o peixe todo estabanado dali.
No decorrer do dia, a areia brilhava com o sol, parecendo um brilhante aos meus olhos, tudo era perfeito.
__Pena que tudo acabou. Essa transposição que veio verba pros homem do governo fazê tá matano o veio Chico. Acabou o peixe, acabou a areia brilhante, acabou a espuma e até a água. Onde se viu mudar rio de lugar? Ouvi dizer de uma montanha, que saiu e foi até um tar de Maomé, mas água não pode dá certo não sô!!!


GRUPO 1:

CARLA APARECIDA FERREIRA – SERRA DA SAUDADE
NOEME DOS SANTOS SOARES SILVA – SÃO JOSE DA LAPA
REGINA CÉLIA ANGÉLICO LACERDA – SÃO JOSÉ DA LAPA
ROSELI FIGUEIREDO FERREIRA – TRÊS PONTAS
SIDINÉIA APARECIDA BORBA- SENADOR AMARAL
TEREZINHA APAREIDA DE ARAÚJO COSTA - ABAETÉ